Conheça os principais sintomas do HIV e da AIDS

No dia 1º de dezembro celebramos em todo o mundo o Dia Internacional da Luta Contra a AIDS. E ao longo de todo o mês, são realizadas diversas ações de prevenção e conscientização sobre a doença, que fazem parte da campanha Dezembro Vermelho. E você sabia que conhecer os principais sintomas do HIV e da AIDS também é uma forma de prevenção?

Apesar de serem bastante silenciosos no início, é importante estar por dentro dos sintomas do HIV para entender melhor a doença e, assim, evitar mais rapidamente os seus possíveis riscos.

Por isso, neste texto vamos falar sobre alguns dos principais sintomas da doença, suas formas de prevenção, tratamento, entre outras informações importantes. Confira!

Sintomas do HIV 

O HIV é o vírus que causa a AIDS, mas você sabia que é possível ter o vírus durante um longo período sem desenvolver a doença? É importante lembrar que a duração, a gravidade e os tipos de sintomas variam de acordo com cada pessoa.

Em alguns casos, o HIV pode causar sintomas parecidos com outras síndromes virais, como gripes, por exemplo. Esses sintomas do HIV surgem, geralmente, entre 2 e 4 semanas após o contato com vírus. E entre eles estão:

  • Dores de cabeça
  • Febre baixa
  • Tosse seca e dores de garganta
  • Cansaço excessivo
  • Náusea e diarreias
  • Ínguas inflamadas
  • Dores nas articulações

Na maior parte dos casos, os sintomas do HIV costumam melhorar após 2 semanas. Por isso, podem acabar sendo confundidos com os de uma simples gripe. Mas mesmo que os sinais tenham desaparecido, o vírus ainda permanece em seu organismo. Tanto é que essa fase sem sintomas pode durar anos, enquanto o HIV vai evoluindo silenciosamente, afetando todo o nosso sistema imune e desenvolvendo a AIDS.

Sintomas da AIDS

Os sintomas da AIDS surgem apenas quando a pessoa não realiza os tratamentos necessários para combater o vírus ou em situações em que o sistema imunológico se encontra fraco e debilitado. Os sintomas incluem:

  • Febre alta persistente
  • Manchas vermelhas na pele (Sarcoma de Kaposi)
  • Suores noturnos
  • Tosse persistente e garganta arranhada
  • Perda de peso
  • Manchas brancas na língua e na boca
  • Dores de cabeça, nos músculos e nas articulações
  • Inchaço dos gânglios linfáticos durante mais de 3 meses
  • Diarreias por mais de 1 mês, vômitos e náusea
  • Cansaço, fadiga

Esses sintomas costumam surgir quando o organismo já apresenta uma grande quantidade do vírus do HIV e números baixos das células de defesa. Essa baixa imunidade também pode acarretar outras doenças como a tuberculose, a pneumonia, a hepatite viral e a candidíase.

Tratamento

A AIDS é uma doença que ainda não possui cura e, por isso, o seu tratamento deve ser feito durante toda a vida.

Os principais objetivos do tratamento são o combate do vírus e o fortalecimento do sistema imune. Lembre-se de que para gerar os efeitos esperados é essencial seguir as orientações do médico e usar preservativo para evitar a contaminação de outras pessoas. 

O ideal é que o tratamento contra o HIV comece antes mesmo da AIDS se manifestar.

Diagnóstico

Os primeiros passos para você identificar se está contaminado ou não com o vírus HIV é analisar alguns comportamentos de risco, como relações sexuais sem preservativo ou o uso partilhado de seringas. Além disso, você deve estar atento aos sintomas do HIV, como mal-estar, dores de garganta, de cabeça, febre etc.

Após cerca de 50 dias do comportamento de risco, o ideal é que você realize um exame de sangue para detectar a presença do HIV.

Visando sempre uma relação humanizada com nossos pacientes, o Laboratório Vozza garante diagnósticos de excelência, com prazos rápidos e de forma eficaz e segura. Consulte um médico de sua confiança e conte com o Vozza para realizar seus exames!

Cuidados com a exposição ao sol: confira 5 dicas

Ainda falta um mês para o início do verão. Mas você sabia que não é só nessa estação que devemos estar atentos aos cuidados com a exposição ao sol? É isso mesmo, afinal, nós estamos em contato diariamente com os raios solares, mesmo nos dias mais frios.

Mas saiba que através de alguns hábitos muito simples é possível se prevenir contra os perigos da exposição excessiva ao sol. Por isso, para evitar possíveis problemas como a insolação, a desidratação e o câncer de pele, separamos algumas dicas especiais para você adotar no seu dia a dia. Confira!

5 dicas de cuidados com a exposição ao sol

1. Protetor solar

Entre os principais cuidados com a exposição ao sol, o uso de protetores solares destaca-se como um dos mais essenciais. Isso porque esses produtos nos protegem contra os raios UVA e UVB, que podem causar desde pequenas vermelhidões até o envelhecimento precoce e o câncer de pele.

Mas não se esqueça de que esse tipo de cuidado com a exposição ao sol deve ser diário, e não apenas durante as férias ou em momentos de lazer. Além disso, lembre-se de aplicar o filtro solar pelo menos 30 minutos antes de sair ao sol, para que a pele absorva o produto corretamente.

2. Hora certa

Tem hora certa pra tudo, não é mesmo? E com a exposição ao sol não é diferente.

Existem alguns períodos mais seguros para pegar aquele solzinho, que é quando há menor radiação UVB, causadora de queimaduras e principal fator de risco para o desenvolvimento de câncer de pele. Assim, o ideal é evitar o sol entre as 10h e as 16h. Mas mesmo nas horas mais saudáveis, não se esqueça dos outros cuidados com a exposição ao sol: protetor solar sempre! 

3. Roupas e acessórios

Em dias de sol mais intenso, o uso de filtros solares não é o suficiente. Existem algumas roupas e acessórios que também são muito importantes nos cuidados com a exposição ao sol.

Para as atividades ao ar livre, as roupas de algodão são uma boa opção, já que elas bloqueiam a maior parte dos raios ultravioleta. Tecidos sintéticos como o nylon, por exemplo, bloqueiam apenas cerca de 30% dessa radiação. Além disso, aposte em chapéus e óculos escuros para se proteger ainda mais. A luminosidade excessiva pode causar algumas doenças, como catarata, lesões nos olhos e até câncer nas pálpebras. 

4. Hidratantes pós-sol

A nossa pele sente diretamente as consequências de uma exposição solar excessiva. É comum que depois de um dia no sol sem a proteção necessária, nossa pele arda, descasque e fique ressecada. Nesses casos, os hidratantes pós-sol podem ser uma ótima alternativa para manter a pele hidratada e suavizar os efeitos da insolação.

Isso porque eles geralmente contam com ingredientes naturais que ajudam a suavizar as queimaduras causadas pelo sol e também diminuem as inflamações causadas pelos raios UV.

5. Alimentação e hidratação

Embora não pareça, a alimentação pode sim ser um cuidado muito importante quando estamos falando de exposição solar. Alguns alimentos como mamão, abóbora, cenoura e beterraba, ajudam na prevenção aos possíveis danos na pele causados pelo sol. Isso porque eles contêm os famosos carotenoides, que se depositam na pele e possuem ação antioxidante.

Além disso, a hidratação é outro item essencial para cuidar bem do seu corpo, principalmente nos dias mais quentes. Abuse da água, dos sucos naturais, das vitaminas e da água de coco.

 

Por que o excesso de colesterol faz mal à nossa saúde?

Você com certeza já deve ter ouvido falar que o excesso de colesterol faz mal à nossa saúde, não é mesmo? Na verdade, o colesterol é uma substância essencial ao nosso organismo. Isso porque ele é um componente estrutural de nossas membranas celulares e, sem ele, as células não teriam como receber oxigênio e alimentos, por exemplo.

Mas então por que será que os níveis elevados dessa substância são tão prejudiciais à nossa saúde? Olha só:

Tipos de colesterol

No nosso corpo existem dois tipos de colesterol, conhecidos popularmente como “colesterol bom” e “colesterol ruim”. O bom, chamado de HDL, atua no equilíbrio do excesso de gordura em nossas artérias, evitando a formação de placas. Já o ruim, LDL, faz o trabalho contrário: se acumula nas artérias provocando o seu entupimento.

Uma pessoa considerada saudável deve manter os níveis dessas duas substâncias equilibrados, ou seja, nem acima nem abaixo da média recomendada. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, o ideal é que o nível de colesterol no sangue esteja abaixo de 200 mg/dL, sendo que o colesterol ruim deve estar abaixo de 130 mg/dL e o bom acima de 35 mg/dL.

O excesso de colesterol faz mal? 

Como já dissemos, o colesterol é essencial ao nosso organismo, mas o excesso dessa substância pode sim ser prejudicial à nossa saúde. Isso porque os altos níveis de colesterol no nosso sangue podem aumentar o endurecimento e o espessamento das artérias, favorecendo o aparecimento dos coágulos.

Além disso, o excesso de colesterol faz mal porque pode facilitar o acúmulo de placas de gordura nas paredes das artérias (aterosclerose), o que dificulta o fluxo sanguíneo. Por isso, é muito importante estar sempre atento aos níveis da substância no sangue para garantir uma vida mais saudável.

Fatores de risco

Agora que você já sabe que o excesso de colesterol faz mal, chegou a hora de conhecer alguns fatores de risco.

Pessoas com histórico familiar de colesterol alto devem realizar acompanhamento médico desde a infância, já que os níveis elevados da substância devem-se, em parte, aos genes herdados. Além disso, a obesidade, o sedentarismo, o tabagismo e a diabetes também podem ser fatores de risco.

Por isso, praticar exercícios físicos com regularidade, evitar o tabagismo e reduzir o consumo de açúcar é essencial para evitar o aumento dos níveis de colesterol no sangue.

Alimentação

Apesar dos fatores citados acima serem muito importantes, a alimentação é o aspecto que merece maior atenção. Isso porque a nossa alimentação está diretamente ligada aos níveis de colesterol. Uma dieta rica em gorduras trans, açúcar, frituras e gorduras saturadas, por exemplo, pode elevar o nível de LDL.

Por isso, listamos abaixo alguns dos alimentos que podem aumentar ou reduzir o colesterol, de acordo com dados do Ministério da Saúde:

Alimentos que ajudam na redução do colesterol:

  • Salsão
  • Mamão
  • Mandioca
  • Damasco
  • Couve-flor
  • Bagaço de laranja
  • Farelo de trigo
  • Cenoura
  • Cereais integrais
  • Aveia
  • Verduras

Alimentos ricos em colesterol:

  • Carnes vermelhas gordurosas
  • Queijos amarelos
  • Creme de leite
  • Sorvetes, doces cremosos e biscoitos amanteigados
  • Camarão e lagosta
  • Gema de ovo
  • Chantilly
  • Alimentos industrializados
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Como prevenir um AVC? Confira nossas dicas!

Você sabia que no dia 29 de outubro é celebrado o Dia Mundial do AVC? Responsável pela morte de seis milhões de pessoas no mundo a cada ano, o Acidente Vascular Cerebral se caracteriza pela falta de irrigação sanguínea em uma parte do cérebro. Mas, apesar dos seus sintomas surgirem repentinamente, é muito importante saber como prevenir um AVC para evitar ao máximo esse tipo de doença.

Por isso, o Vozza separou algumas dicas que podem ajudar a reduzir os riscos e garantir uma vida mais saudável. Confira!

1. De olho na hipertensão

A pressão alta é, sem dúvida, a principal desencadeadora de um acidente vascular cerebral. Devido ao fluxo mais forte de sangue, as paredes internas das artérias podem sofrer traumas. Essas pequenas lesões podem obstruir a passagem do sangue ou até mesmo romper a parede da artéria.

Para controlar a pressão alta, adotar alguns hábitos saudáveis, como reduzir o consumo de sal e praticar exercícios, é uma boa dica.

2. Cuidado com o cigarro

Para você que fuma e está se perguntando como prevenir um AVC, saiba que o cigarro é um outro risco para o surgimento da doença. Isso porque algumas substâncias presentes na nicotina fazem com que a coagulação do sangue aumente.

Isso facilita a formação dos chamados “trombos”, que prejudicam o fluxo sanguíneo e aumentam as chances de um derrame. Mulheres que fazem uso de contraceptivos orais também devem estar atentas, já que eles contêm hormônios que também interferem na coagulação sanguínea.

3. Reduza o colesterol

Altos níveis de colesterol podem aumentar o espessamento e o endurecimento das artérias, favorecendo o aparecimento dos coágulos. Além disso, o excesso de colesterol no sangue também pode fazer com que placas de gordura se acumulem nas paredes arteriais, dificultando o fluxo sanguíneo.

Por isso, reduza os níveis de colesterol. Evite alimentos fritos, industrializados, ricos em gorduras saturadas e trans e beba sempre muita água.

4. Tenha uma alimentação saudável

Por falar em colesterol, manter uma alimentação saudável é outra ótima dica para evitar a doença. Mas então como prevenir um AVC através da alimentação? O primeiro passo é reduzir o consumo de sal. Depois, aumente o consumo de fibras (aveia, arroz, pães integrais, cereais) e evite as carnes com muita gordura.

Controlar o consumo de açúcar também é muito importante, já que a diabetes é um dos principais fatores de risco de um AVC. Além disso, inclua frutas e vegetais em sua dieta. O ideal é comer de 5 a 8 porções de frutas e vegetais em um dia.  Mas lembre-se de consultar um profissional para verificar as suas necessidades.

5. Controle o seu peso 

O sobrepeso e a obesidade podem desencadear algumas complicações como hipertensão, doenças cardíacas, colesterol alto e diabetes, fatores de risco do AVC.

Assim, estar sempre atento à balança e prezar por uma rotina mais saudável e menos sedentária é uma boa dica de como prevenir um AVC.

6. Pratique atividades físicas regularmente

Ligada a todas as dicas anteriores, a prática de exercícios físicos auxilia no controle de peso, na saúde do coração, na formação dos coágulos sanguíneos e na redução dos riscos de hipertensão e diabetes.

Além de evitar as chances de um acidente vascular cerebral, a prática de atividades físicas também auxilia em nossa saúde física e mental. Mas lembre-se: nada de fazer aquilo que você não gosta! Escolha aquele exercício que mais te dá prazer, independente de qual seja.

Para garantir resultados e diagnósticos precisos, conte com um laboratório de qualidade. Há 50 anos aliando qualidade e comprometimento, o Laboratório Vozza visa sempre uma relação humanizada com o paciente. Fale conosco!

 

Laboratório em Campinas: conte com o Vozza

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Quer saber um pouco mais sobre nossos serviços? Olha só:

Laboratório em Campinas: qualidade, agilidade e segurança

Em 1965, era inaugurada aquela que seria a primeira unidade do Vozza, com uma estrutura modesta e interna em um hospital de Campinas. Na época, a pequena equipe de funcionários executava de forma artesanal cada uma das etapas relativas à realização dos exames laboratoriais, desde o cadastro do paciente até a produção dos meios de cultura.

Desde então, o Vozza evoluiu significativamente. Hoje, somos o laboratório em Campinas que mais investe em tecnologia de ponta para garantir sempre os melhores resultados. Visando maior comodidade aos nossos pacientes, contamos com um banco de dados unificado. Isso permite que os seus dados fiquem armazenados e sejam disponibilizados em qualquer uma de nossas 8 unidades.

Assim, os resultados dos exames podem ser retirados em qualquer uma das unidades ou até mesmo de forma online.

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Levamos uma equipe altamente especializada até a sua localização, evitando o deslocamento dos profissionais contratados. Assim, esse processo se torna muito mais fácil, prático e rápido para você e seus colaboradores.

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Conscientes de que cada um precisa fazer a sua parte para uma sociedade mais justa e igualitária, criamos a ação Vozza Social. Essa é uma ação voltada àqueles que precisam realizar exames em um laboratório em Campinas a preços acessíveis.

Por meio deste projeto, é possível contar com toda a qualidade de nosso laboratório de forma muito mais fácil. Para isso, basta que o interessado tenha em mãos o pedido de exame do SUS, da Prefeitura Municipal, Postos de Saúde, carteira de aposentado ou de campanhas de saúde específicas, além de documento original com foto.

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Agora você já sabe: precisando de um laboratório em Campinas, você pode contar com o Vozza. Além das 5 unidades na cidade (Unidade Central, Unidade Barão Geraldo, Unidade Cambuí, Unidade Marechal Rondon e Unidade Ouro Verde), também contamos com laboratórios em Hortolândia, Paulínia e Valinhos.

É importante lembrar que existem alguns exames que não podem ser realizados em todas as Unidades. Por isso, consulte a nossa Central de Informações em caso de dúvidas.

Confira a nossa lista completa de exames e os procedimentos adequados para cada um. Aproveite para agendar as suas análises!

 

Conheça os principais sintomas da Doença de Parkinson

Os sintomas da Doença de Parkinson nem sempre são notados logo nas fases iniciais. Isso ocorre porque, nesses primeiros momentos, os sinais são muito sutis e não chamam muito a atenção. Porém, com o passar dos meses/anos, a doença evolui e se agrava, tornando-se cada vez mais evidente.

A Doença de Parkinson ainda não possui cura. No entanto, quanto mais cedo ela for detectada, mais fácil será encontrar um tratamento que retarde o seu progresso e controle os sintomas apresentados.

Por isso, neste texto vamos listar e explicar alguns dos principais sintomas da Doença de Parkinson para que você fique por dentro desse problema tão comum entre pessoas da terceira idade. Confira!

A Doença de Parkinson

Uma das doenças mais comuns entre pessoas com mais de 65 anos, o mal de Parkinson é um distúrbio nervoso que prejudica a coordenação motora, provocando tremores e dificuldades para se movimentar. Ela é uma doença degenerativa, crônica e progressiva.

Com o envelhecimento, é comum que aconteça a morte gradual das células nervosas, os neurônios. No entanto,  em alguns casos essa perda ocorre em um ritmo muito acelerado. Isso faz com que o sistema nervoso sofra degeneração e tenha deficiência do hormônio dopamina, responsável por controlar os movimentos coordenados das pessoas.

Principais causas

A principal causa da Doença de Parkinson é a degeneração dos neurônios, que causa a deficiência da dopamina em nosso organismo. No entanto, o motivo para essas células nervosas serem afetadas ainda não foi descoberto.

Apesar disso, é possível estabelecer alguns fatores de risco para a doença, com base nos casos até hoje coletados. A idade é um dos principais fatores, como já dissemos. O mal de Parkinson atinge principalmente pessoas com mais de 65 anos.

Além disso, o histórico familiar e traumas isolados ou repetitivos no crânio também são fatores a serem levados em conta. Por fim, a Doença de Parkinson é mais comum em homens do que em mulheres.

Os sintomas da Doença de Parkinson

Tremores:

O tremor é um dos sintomas da Doença de Parkinson mais comuns e conhecidos. Presentes em 70% dos casos da doença, os tremores costumam começar em uma das mãos e, com o passar do tempo, podem afetar outros membros da pessoa, como pernas, lábios e queixo. Esse sintoma é mais comum quando a pessoa está em repouso ou em situações de ansiedade e estresse.

Movimentos lentos:

Outros sintomas da Doença de Parkinson são os movimentos lentos. A agilidade para realizar certos movimentos fica reduzida, dificultando a execução de tarefas simples, como piscar os olhos, se vestir, mastigar, abotoar uma camisa, abrir e fechar as mãos, amarrar os sapatos etc.

Rigidez:

Pessoas com a Doença de Parkinson costumam apresentar uma rigidez acentuada nos músculos. Somado aos movimentos lentos, esse endurecimento dos membros dificulta algumas atividades rotineiras, como abrir os braços, caminhar, subir escadas etc. A rigidez é causada pela falta de dopamina, que deixa de dar a ordem de relaxar para os músculos.

Falta de equilíbrio:

O desequilíbrio está diretamente ligado aos outros sintomas da Doença de Parkinson. Isso porque a rigidez dos músculos e os movimentos lentos dificultam o controle dos reflexos. Isso faz com que as pessoas que apresentam a doença sintam dificuldades para andar e manter a postura, aumentando os riscos de queda. 

Outros sintomas:
  • Alteração no sono e da fala
  • Tristeza e depressão
  • Intestino preso
  • Tontura
  • Incontinência urinária
  • Ansiedade
  • Raciocínio lento

Estar atento aos primeiros sintomas da Doença de Parkinson é muito importante para garantir um tratamento precoce e efetivo. Por isso, fique de olho nesses sinais e conte com a ajuda de um médico sempre que for preciso!

Conte com o Laboratório Vozza para fazer os seus exames e cuidar da sua saúde!

Sintomas do câncer de mama: saiba como identificar

Causado pela multiplicação de células anormais no tecido mamário, o câncer de mama é, atualmente, o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo. E apesar das fases iniciais apresentarem apenas alguns sinais sutis, é essencial estar atento aos sintomas do câncer de mama. Assim, é possível garantir um diagnóstico precoce e aumentar as chances de cura.

E para te ajudar a identificar os sintomas do câncer de mama, preparamos este texto especial. Nele vamos esclarecer as principais características e informações sobre essa doença que afeta milhares de pessoas em todo o mundo. Confira!

O que é o câncer de mama?

Como já dissemos, o câncer de mama surge a partir da multiplicação de células anormais nas mamas, que formam um tumor. Esse tumor pode se expandir e atingir a axila ou outros órgãos próximos. É importante lembrar que o câncer de mama possui um alto índice de cura, mas para que isso aconteça é necessário diagnosticá-lo precocemente.

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), a estimativa de novos casos da doença no Brasil é de 59.770, somente neste ano de 2018.

Quais são os sintomas do câncer de mama?

Nas primeiras fases, o câncer de mama não provoca sintomas muito claros. Mas, à medida que a doença se desenvolve, alguns sinais começam a aparecer. E um dos primeiros sinais que podem surgir é um pequeno caroço na região da mama, que dói ao apertar. Ele pode ser notado através do toque e do autoexame da mama.

Lembre-se de que nem todo nódulo que surge na mama é maligno! Muitos deles são benignos e não representam uma situação de câncer. Por isso, é importante sempre contar com um diagnóstico preciso e a ajuda de um médico.

Além do nódulo, outros sintomas do câncer de mama que se destacam são:

  • Liberação de líquido pelo mamilo, podendo ser sangue
  • Inchaço de toda a mama ou parte dela
  • Vermelhidão na pele
  • Tamanho ou formato diferente das mamas
  • Dores e coceiras frequentes nas mamas ou mamilos
  • Alteração na cor e na forma da aréola

Fatores de risco

 O câncer de mama não é uma doença exclusiva das mulheres. Qualquer pessoa, de qualquer idade, pode desenvolver este tipo de câncer. No entanto, existem alguns fatores que aumentam os riscos da doença. São eles:

  • Mulheres com mais de 50 anos
  • Doença mamária prévia
  • Primeira gravidez após os 30 anos
  • Histórico familiar de câncer de mama
  • Obesidade e sedentarismo
  • Consumo de bebida alcoólica

Apesar dos homens não estarem livres dos sintomas do câncer de mama, podemos considerar esses casos como raros, já que o câncer de mama em homens representa apenas 1% dos casos.

Prevenção

 Podemos dizer que o câncer de mama não pode ser diretamente prevenido. Adotar hábitos saudáveis pode ajudar a diminuir os fatores de risco, no entanto. E como já dissemos, quanto mais cedo diagnosticado, maiores as chances de cura. Por isso, é essencial realizar procedimentos como o autoexame e a mamografia, para tentar diagnosticar a doença o mais precocemente possível.

O autoexame pode começar a ser feito a partir da adolescência, com o crescimento das mamas. O ideal é que seja feito pelo menos uma vez por mês, de preferência no mesmo dia do mês, para que a mulher se familiarize com suas mamas.

Já a mamografia é um exame que deve começar a ser realizado anualmente entre os 40 e 50 anos. Essa é a fase em que começam a surgir as primeiras transformações hormonais nas mulheres.

 

Agora você já sabe o que é a doença, quais são os principais sintomas do câncer de mama, seus fatores de risco e as formas de prevenção, não é mesmo? Então é hora de colocar em prática nossas dicas! Realize os seus exames com laboratórios de qualidade e lembre-se sempre de contar com a ajuda de um médico.

O Laboratório Vozza conta com a estrutura necessária para garantir um diagnóstico assertivo e preciso para você. Confira a nossa linha completa de exames e agende já o seu: http://vozza.com.br/exames/

Saiba como interpretar o resultado do exame de urina

Hemácias, leucócitos, bilirrubina, nitrito, glicose, pH… São tantas informações que até parece impossível interpretar o resultado do exame de urina, não é mesmo?

Mas saiba que analisar o seu exame não é uma tarefa tão complicada assim. E para te ajudar, listamos aqui alguns dos principais dados, informações e substâncias que você irá encontrar na hora de avaliar o seu resultado do exame de urina. Confira!

 

 O exame de urina

Solicitado pelos médicos como um diagnóstico complementar, o exame de urina nos fornece informações muito importantes para analisar a saúde e o bom funcionamento do nosso organismo, principalmente dos órgãos ligados ao sistema urinário.

Hoje, é possível contar com três diferentes tipos de exame de urina: o tipo 1, o exame de urina de 24 horas e o exame de urocultura. O primeiro, também chamado de exame de urina EAS – Elementos Anormais do Sedimento –, é o mais comum e mais solicitado pelos médicos. Por isso, daremos uma atenção especial a ele neste texto!

Através do resultado do exame de urina tipo 1 é possível analisar alguns dados importantes, como o pH e a densidade de nossa urina. Também é possível identificar um número anormal de elementos como hemácias, leucócitos, bilirrubina e glicose, o que pode indicar alguma doença. É válido lembrar também que este é um exame indolor, de simples coleta e que apresenta resultados rápidos.

 

Principais elementos

pH

De um modo geral, o pH da urina é levemente ácido e varia entre 5,5 e 7,0. Valores menores do que esses podem ser causados por uma dieta rica em proteína animal ou por doenças nos túbulos renais. Já os valores maiores que 7,0 no resultado do exame de urina podem indicar a presença de bactérias, que tornam a urina mais alcalina.

 

Densidade

Os valores de referência da densidade da urina variam entre 1,005 e 1,035. Para efeito de comparação, a densidade da água pura é igual a 1,000. Isso significa que, quanto mais próxima de 1,005, mais diluída a urina será. Já no caso contrário, ou seja, uma urina com densidade próxima de 1,035, ela será muito concentrada, indicando desidratação. Nesses casos, ela apresenta uma cor mais amarelada e um odor mais forte.

 

Hemácias

Normalmente, a quantidade de hemácias em nossa urina é desprezível, ao passo de não conseguir ser detectada em um exame. Os valores de referência são: menores que 3 a 5 hemácias por campo do microscópio, ou menos de 10.000 células por mL. Quantidades excessivamente maiores do que essas no resultado do exame de urina podem indicar infecções urinárias, pedras nos rins ou até doenças renais mais graves.

 

Leucócitos

Os leucócitos não costumam constar em um resultado de exame de urina. Eles são as nossas células de defesa e sua presença pode indicar alguma inflamação nas vias urinárias.

 

Glicose

Assim como os leucócitos, a glicose também não costuma estar presente em nossa urina. A sua ocorrência pode indicar que os níveis de glicose no sangue também estão altos. Em geral, pessoas com diabetes ou com doenças nos túbulos renais apresentam evidências de glicose na urina.

 

Nitrito

A nossa urina é naturalmente rica em nitratos. No entanto, existem algumas bactérias capazes de transformar esses nitratos em nitritos. Por isso, a presença de nitritos no resultado do exame de urina pode significar a presença de bactérias e infecções urinárias.

 

Bilirrubina

Em condições normais, a bilirrubina é mais um dos elementos que não costumam aparecer em nossa urina. Ela só aparece realmente quando os seus níveis sanguíneos ultrapassam o valor de 1,5 mg/dL. Índices altos dessa substância podem indicar doenças biliares, hepáticas ou neoplasias.

 

Agora que você já tem uma base para analisar o resultado do exame de sangue, ficou mais fácil cuidar da sua saúde, não é mesmo? Mas não se esqueça: confie sempre no seu médico para que ele possa fazer uma leitura mais aprofundada do seu exame.

E para realizar exames confiáveis e que garantam um diagnóstico preciso, conte com o Laboratório Vozza!

 

Você sabe quais são os principais sintomas da H1N1?

Com características muito semelhantes às da gripe comum, embora muito mais intensas, a H1N1 é uma doença que vem preocupando cada vez mais brasileiros. E com a chegada do frio, os cuidados com a saúde devem ser redobrados. Mas será que você conhece quais são as principais características e sintomas da H1N1?

Neste texto, vamos esclarecer algumas dúvidas acerca dessa doença. Você vai saber o que é, quais são seus sintomas, prevenção, grupos de risco etc. Confira!

 

A Gripe H1N1

Também conhecida como Gripe A ou Gripe Suína, a H1N1 é causada por uma mutação do vírus da gripe comum. Essa doença ficou muito famosa entre 2009 e 2010, época em que ela se espalhou pelo mundo todo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 207 países notificaram casos confirmados da doença nesse período. Só no Brasil, entre janeiro e junho de 2018, foram notificadas 243 mortes provocadas pelo vírus H1N1.

A transmissão da Gripe A ocorre, basicamente, da mesma forma que a de uma gripe comum. Ou seja, através de gotículas respiratórias no ar ou do contato com outras pessoas e objetos contaminados. Depois de infectada pelo vírus, uma pessoa pode demorar de um a sete dias para ser capaz de transmiti-lo a outros indivíduos, e de um a quatro dias para começar a sentir os principais sinais da doença.

 

Sintomas da H1N1

Embora a transmissão ocorra do mesmo modo que a de uma gripe comum, os sintomas da H1N1 são muito mais intensos e graves, podendo levar o paciente à morte.

Entre os principais sintomas da H1N1, podemos citar:

  • Febre alta
  • Dores de cabeça e de garganta
  • Dores musculares
  • Fraqueza
  • Cansaço ou fadiga
  • Espirros e coriza
  • Tosse

É recomendado que, ao constatar a frequência de alguns desses sintomas, a pessoa procure ajuda médica e se submeta a exames clínicos.

 

Grupos de risco

Apesar da Gripe H1N1 ser capaz de atingir qualquer tipo de pessoa, existem alguns grupos de risco que estão mais suscetíveis à doença. São eles:

  • Idosos a partir de 60 anos
  • Crianças entre 6 meses e 5 anos
  • População indígena
  • Grávidas a partir de 12 semanas e mães com até 45 dias depois do parto
  • Portadores de doenças crônicas não transmissíveis
  • Trabalhadores da área da saúde

 

Prevenção

Tendo em vista a gravidade dessa doença, manter hábitos saudáveis e prevenir-se é essencial. E a boa notícia é que isso é possível através de algumas simples ações em nosso dia a dia. Beber muita água, por exemplo, é uma ótima forma de não acumular secreções.

Lavar constantemente as mãos com água e sabão ou até mesmo álcool em gel também é outra forma de se prevenir contra a Gripe H1N1. Por fim, não compartilhe objetos de uso pessoal e evite lugares fechados e com muitas pessoas.

 

E lembre-se: confie sempre em seu médico para identificar e analisar os sintomas e conte com o Laboratório Vozza para realizar seus exames!

 

Conheça alguns fatores que podem alterar o resultado do exame de sangue

Conheça alguns fatores que podem alterar o resultado do exame de sangue

O resultado do exame de sangue é uma das maneiras mais eficazes de diagnosticar as condições de saúde nos mais diferentes órgãos do nosso corpo! Seja para verificar os níveis de glicose e colesterol ou mesmo para avaliar a quantidade de glóbulos e plaquetas através de um simples hemograma, os exames de sangue podem nos prevenir contra diversos problemas de saúde.

 

Mas, para garantir resultados precisos e assertivos, é essencial seguir as recomendações médicas e laboratoriais. Afinal, existe um grande número de fatores que podem alterar o resultado do exame de sangue.

 

Por isso, listamos aqui alguns deles para que você fique mais atento para os próximos exames. Confira!

 

Jejum

Uma das recomendações pré-analíticas mais comuns, o jejum serve para que a ingestão de alimentos não interfira na composição sanguínea, evitando assim possíveis alterações no resultado do exame de sangue. Uma refeição dentro do tempo de jejum pode acarretar, entre outras coisas, variações nos níveis de colesterol (de 5 a 10%) e triglicérides (cerca de 20%).

 

Remédios

O uso de determinados medicamentos, como anti-inflamatórios e antibióticos, também é um fator que pode alterar os resultados de um exame de sangue. Dessa forma, se você está fazendo uso de algum medicamento, o ideal é avisar o médico para evitar o erro na interpretação dos valores encontrados.

 

Faixa etária

De uma forma geral, os nossos órgãos vão perdendo determinadas capacidades com o passar dos anos. Os rins, por exemplo, aos poucos perdem a capacidade de eliminar substâncias tóxicas. Por isso, é importante que a idade do paciente também seja levada em conta antes de um exame.

 

Posição

Por incrível que pareça, a posição do nosso corpo enquanto estamos fazendo um exame de sangue também pode interferir em seus resultados! Se estamos deitados e levantamos rapidamente, por exemplo, os níveis de água e de outros elementos como triglicérides, hemoglobina, colesterol e albumina podem sofrer variações de até 10%. Assim, o recomendado é que você permaneça em repouso por, pelo menos, 15 minutos antes do exame.

 

Álcool e Fumo

Se você está com um exame de sangue agendado, o ideal é cortar o consumo de álcool, no mínimo, 72 horas antes da coleta. Isso porque as bebidas alcoólicas agridem nosso fígado e podem alterar significativamente os valores de glicose, triglicérides e ácido lático. Já o fumo pode alterar os níveis de leucócitos, hemácias, colesterol circulante, adrenalina e aldosterona. Por isso, evite fumar por até 3 horas antes do seu exame de sangue.

 

Gênero

Homens e mulheres podem apresentar níveis bastante distintos devido a diversos fatores, como variações de massa muscular, hormonais, metabólicas e outras alterações comuns do ciclo menstrual.

 

Atividade física

Os efeitos das atividades físicas sobre os componentes sanguíneos são transitórios e dependem da intensidade dos exercícios e do condicionamento físico de cada um. Mas, de qualquer forma, esse é um fator que pode interferir no resultado do exame de sangue. Ácido lático, ferro e ácido úrico são alguns dos componentes que podem sofrer variação devido a esforços físicos.

 

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