Saúde dos olhos no inverno: proteja-se da conjuntivite

Em 10 de julho é comemorado o Dia Mundial da Saúde Ocular e, com um inverno seco, há maior propensão a doenças virais e bacterianas na região ocular. Por isso, resolvemos trazer dicas simples e práticas para você cuidar da saúde dos olhos!

Quem nunca chegou ao trabalho ou em casa e encontrou alguém reclamando de ardência ou vermelhidão nos olhos? Nessa hora, todo cuidado é pouco. Afinal, “não chegue muito perto! Pode ser conjuntivite…”

A saúde dos olhos é coisa séria e no período de inverno o cuidado deve ser redobrado. Confira aqui alguns cuidados básicos para evitar a conjuntivite e entenda melhor algumas perguntas comuns sobre a saúde dos olhos.

 

Queda de temperatura e o aumento dos casos de conjuntivite

Nem tão curiosamente, o inverno é a época do ano em que aumentam os casos de conjuntivite.  Também, nesse período é natural que as pessoas procurem fugir das baixas temperaturas e se aglomerem em ambientes fechados.

É aí que fica o problema! Com essas condições, é muito mais fácil propagar as doenças infectocontagiosas, incluindo a conjuntivite!

Entendendo a conjuntivite

A conjuntivite é uma inflamação da membrana conjuntiva, aquela parte branquinha dos olhos, sabe? Sua origem pode ser viral, bacteriana, química, fúngica ou alérgica. A forma  viral, além de apresentar maiores riscos para a saúde dos olhos, é também mais fácil de contágio.

Assim, apesar de o inverno facilitar as epidemias, a conjuntivite por si só é de fácil transmissão. Ela ocorre através do contato com a secreção presente em superfícies de uso comum, como mouses, canetas, maçanetas etc.

Então, já deu pra entender o recado, certo? Principalmente nesse período, todo cuidado é pouco.

Os primeiros sinais da conjuntivite são ardência nos olhos, vermelhidão, coceira e incômodo na região ocular, excesso de lágrimas e secreção.

Muita gente utiliza colírios antibióticos sem prescrição assim que os sintomas surgem. No entanto, isso pode\ prejudicar o tratamento da conjuntivite e até mesmo agravar a saúde dos olhos. Em caso de contágio, busque um especialista.

4 DICAS DE OURO PARA CUIDAR DA SAÚDE DOS OLHOS

Consultas regulares ao oftalmologista

Uma única visita anual é o que você precisa para cuidar melhor da saúde dos olhos. Em um oftalmologista, você poderá realizar exames essenciais capazes de prevenir e diagnosticar doenças.

Entre os exames mais comuns estão o de fundo de olho e o de medida de pressão ocular, a tonometria. Eles são práticos, rápidos e indolores e ainda podem garantir tranquilidade por pelo menos mais um ano!

Não esfregue os olhos

Acabar com uma coceira parece irresistível e até terapêutico, não é mesmo? Mas quando se trata de saúde dos olhos, esse hábito deve ser abolido! Sabe por quê?

A córnea é uma camada fina e delicada. Assim, o atrito pode causar lesões que levam a problemas mais sérios.

Isso sem mencionar o risco de contaminação que é muito maior, uma vez que levamos as mãos aos olhos. Esse hábito pode facilitar o contágio de doenças como a conjuntivite bacteriana, de que já falamos por aqui.

Então, resista à tentação e, quando surgir aquela coceira nos olhos, lave-os bem com as mãos higienizadas ou use colírio de lágrimas artificiais.

Mais que estilo: uma vantagem para a saúde dos olhos

Elegantes, descolados ou extravagantes: a verdade é que os óculos não são apenas aliados do estilo. Também são fortes agentes para a saúde dos olhos. Os escuros são verdadeiros amigos!

Mas atenção: a qualidade das lentes é mega importante! Utilizar óculos de sol falsificados ou de baixa qualidade aumenta os riscos de catarata e degeneração macular. .

Por isso, aposte no estilo, mas invista também em proteção. Use somente lentes de óculos com proteção UVA e UVB.

Cuidado com a alimentação

O corpo humano é uma verdadeira maquininha, cujas engrenagens estão em sincronia. Por isso, vamos destacar dois pontos relacionados à alimentação e que interferem na saúde dos olhos.

O primeiro deles é o consumo de açúcar. Os alimentos ricos em glicose são perigosos para a saúde dos olhos, principalmente para os pacientes diabéticos. O agravante aí é o risco de uma retinopatia diabética.

A segunda questão é uma dica, não um alerta. O consumo de peixe pode ser bastante benéfico para a saúde dos olhos. Isso porque, além do ômega 3 e das vitaminas A, B, D e E, seu consumo amplia a distribuição de oxigênio pelo corpo, incluindo os olhos.

Dessa forma, é possível combater o envelhecimento do aparelho ocular e as doenças degenerativas como a degeneração macular.

 

Para continuar em dia com sua saúde, conte com o Vozza na realização de seus exames laboratoriais e para mais dicas como estas.

Saiba mais sobre as doenças gastrointestinais

doenças gastrointestinais

Você já sentiu azia, aquela famosa “queimação”? E cólicas ou gases? Você soube que era um problema ou encarou como um mal-estar passageiro e deixou para lá?

Esses são os sintomas das doenças gastrointestinais. Elas são bastante comuns, e, justamente por isso, às vezes não recebem a devida atenção.

 

O que são as doenças gastrointestinais?

As doenças gastrointestinais, ou distúrbios gastrointestinais como são conhecidas, são aquelas que afetam órgãos do sistema digestivo. Isso é esôfago, estômago, intestinos delgado e grosso, cólon, reto e ânus. Além dos órgãos essenciais para a digestão, como pâncreas, fígado e a vesícula biliar.

Elas variam em termos de variedade. Algumas das mais rotineiras são:

  • Prisão de ventre
  • Indigestão
  • Refluxo gastroesofágico
  • Síndrome do intestino irritável
  • Gastrite

A mais rara é a doença de Crohn.

Geralmente, são diagnosticadas por um clínico geral. Isso porque o gastroenterologista, especialista da área, é mais focado em sintomas relacionados a tratos intestinais. De qualquer modo, qualquer um destes profissionais avaliará o quadro geral e o histórico do paciente, fará exames físicos e analisará os testes e seus resultados.

É importante lembrar: as doenças gastrointestinais exigem cuidado e acompanhamento constantes, incluindo evitar certos hábitos que atrapalham a melhoria ou agravam os sintomas.

 

O que causa as doenças gastrointestinais?

  • Beber pouca água: é a saliva que começa o processo de digestão, liberando as enzimas que ajudam a quebrar os alimentos para que sejam engolidos. Assim, a digestão é prejudicada se a boca não estiver “molhada” o suficiente. É fácil resolver esse problema: beba água sempre que a boca estiver seca

 

  • Ficar muito tempo com o estômago vazio: os sucos gástricos são produzidos pelo estômago mesmo quando não comemos. Quando este órgão está vazio, os líquidos se acumulam e refluem, causando irritação e azia. Comer com frequência mantém o sistema digestivo funcionando e a produção do suco gástrico sob controle

 

  • Comer demais em uma única refeição: o processo de digestão demora mais, causando mal-estar. Prefira várias refeições por dia

 

  • Beber leite para a queimação do estômago: o leite tem o efeito contrário, principalmente para quem já tem um estômago irritável. Os sintomas desse problema, e também de refluxos gastroesofágicos, são normalmente causados por leite, chocolate e bebidas com gás, por exemplo. Para tratar a queimação, tome o remédio receitado pelo médico de sua confiança.

 

  • Usar roupas muito apertadas na cintura: o estômago se dilata depois das refeições devido à produção dos sucos gástricos. Roupas ou acessórios, como cintos, apertados na cintura podem “espremer” o estômago, obrigando a comida a voltar para o esôfago com os sucos gástricos, causando azia e refluxo

 

  • Dormir logo após comer: nada recomendado! Atrapalha a digestão e facilita a ocorrência de refluxos. É indicado esperar entre 2 e 3 horas.

 

  • Estressar-se: prisão de ventre, diarreia, indigestão e gastrite são algumas das doenças gastrointestinais causadas pelo estresse. Isso porque, por efeito direto ou pelos hormônios liberados, é aumentada a produção de ácidos gástricos. Tente eliminar as fontes de estresse do dia a dia, por mais difícil que pareça; pratique exercícios físicos; cuide da postura e da respiração.

 

Quais são as consequências das doenças gastrointestinais?

 

Quando as crianças sofrem com doenças gastrointestinais, por exemplo, as consequências mais comuns são a má absorção de nutrientes ou a má digestão, que pode levar a deficiências nutricionais. Tratamentos com nutricionistas, dietas específicas e hábitos muito bem planejados e seguidos são as melhores respostas para evitá-las.

 

 

No Laboratório Vozza, você faz todos os exames necessários para manter sua saúde em dia. Encontre a unidade mais próxima de você.

Como evitar doenças causadas por vírus com a chegada do outono

Como evitar doenças causadas por vírus com a chegada do outono

Uma nova estação pede novos cuidados. Veja aqui como garantir o máximo de bem-estar com a chegada do outono e ainda evitar doenças causadas por vírus.

 

Com a chegada do outono, aquela brisa fica mais fresca e dá vontade de tirar os casacos do armário e fechar portas e janelas pra ficar bem quentinho, não é mesmo?

O problema é que, apesar do aparente conforto, tomar essa medida pode prejudicar seu bem-estar e tirar a magia dessa estação! Então veja aqui algumas dicas para evitar as doenças causadas por vírus (entre outras) com a chegada do outono e garanta que só as folhas caiam nessa estação, e não a sua imunidade!

 

Entenda que tudo precisa estar no lugar!

Entre as transições das estações é comum que o corpo sinta a mudança brusca de temperatura e surjam pequenos sinais. Você pode notar, por exemplo, coriza, dores de cabeça, espirros etc.

Então é importante que você se prepare bem para essas variações e suas implicações na imunidade. Assim, você também evita o fácil contágio de doenças causadas por vírus.

Veja aqui então como manter sua imunidade lá em cima!

 

  • Alimente-se bem

Um bom equilíbrio nutritivo é super importante em todas as estações do ano. Porém, como no outono é comum o surgimento de doenças causadas por vírus, como a gripe, todo cuidado é pouco.

É importante também dar atenção especial para a alimentação balanceada de crianças e idosos. Afinal, eles fazem parte de um grupo de risco pois possuem um sistema imunológico mais frágil.

Mas isso não significa que o cuidado com a alimentação não seja necessário para todas as idades, heim!

Alimentar-se bem evita que o corpo fique vulnerável às contaminações comuns dessa época.

 

  • Lave bem as mãos

Parece coisa de mãe e é mesmo! Afinal, cuidado de mãe não é brincadeira.

Esse hábito pode parecer um pouco bobo ao ser lembrado, mas é importantíssimo. 

Higienize as mãos sempre antes das refeições e ao chegar em casa e no trabalho. Dessa forma, você evita levar os vírus e outros agentes infecciosos para seus ambientes de convívio comum.

Além da boa e velha dupla de água e sabonete, use também álcool em gel. Ele pode estar sempre à mão no dia a dia para evitar contágios e doenças causadas por vírus

 

 

  • Vacinas em dia

Seja qual for sua idade, qual foi a última vez que você conferiu sua carteirinha de vacinação?

Pois é, esse é outro recurso para você ficar atento se quiser garantir sua proteção para as doenças causadas por vírus neste outono.

Leve sua carteirinha até uma unidade de saúde e confira se está tudo em dia com um profissional.

 

Dicas bônus

  • Hidrate bem o organismo 

Uma boa hidratação é aquela feita dentro e fora do corpo. Isso mesmo, consuma água e hidrate sua pele regularmente.

Sabe aquela quantia de pelo menos 2L de água por dia? Ela vale pra qualquer época do ano!

Além disso, buscar a melhor forma de hidratação para sua pele é importante. Existem cremes específicos de acordo com o tipo de pele e também para as áreas do corpo. Ache a melhor opção para você.

 

  • Evite permanecer em locais fechados

 Como já dissemos, dá uma vontade de se esconder daquela brisinha fresca, não é mesmo? Mas é preciso tomar cuidado com a alta exposição às multidões e aos locais fechados. Esse tipo de ambiente facilita o contágio por doenças causadas por vírus, entre outras.

 

  • Use bacias de água e umidificadores

Essa dica vai além das doenças causadas por vírus e ajuda também quem sofre com as doenças respiratórias.

Usar uma bacia com água ou um umidificador é um baita de um recurso para combater o ar seco do outono. Com isso, você evita crises alérgicas entre outras doenças respiratórias.

 

 

Gostou de nossas dicas?
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Medicina diagnóstica humanizada é nossa tradição.

Conheça os mitos e verdades sobre a doença de Crohn

Conheça os mitos e verdades sobre a doença de Crohn

Afetando geralmente pessoas ainda muito jovens, a doença de Crohn obriga o paciente a adotar novas hábitos para combater seus sintomas. Diante da nova rotina, é possível conviver com a síndrome, mas ainda mais complexo do que a reeducação do paciente, é o seu diagnóstico. Por isso, vamos falar um pouco mais sobre a doença e, além disso, os mitos e as verdades mais recorrentes.

 

O que é

A doença de Crohn é uma doença autoimune que constitui um processo inflamatório no meio gastroinstestinal. Assim, ela pode causar inflamações no intestino delgado, no intestino grosso ou em qualquer outra parte desse trato.

Além disso, curiosamente a doença tenda a aparecer na segunda década de vida, ou seja entre os 15 e 35 anos de idade.

 

Causas

Não há explicações específicas para o surgimento da doença de Crohn. No entanto, existem diversas suspeitas ligadas aos novos hábitos de alimentação.

Alguns especialistas apontam o elevado consumo de alimentos industrializados, com alto número de conservantes e outros aditivos, como uma possível causa do aparecimento.

Além disso, a predisposição genética e a medicação com antibióticos também se encontram como potenciais causadoras da síndrome.

 

Sintomas da doença de Crohn

 

  • Diarreia
  • Cólica abdominal
  • Febre
  • Sangramento retal
  • Perde peso

Agora que você já entendeu um pouco sobre como funciona a doença de Crohn, podemos esclarecer alguns mitos e verdades sobre essa síndrome:

 

O diagnóstico é feito no estágio inicial da doença

MITO

Apesar dos sintomas interferirem diretamente na rotina do paciente o diagnóstico da doença de Crohn é complexo. Em média, são necessários de três a quatro anos para que uma pessoa seja diagnosticada portadora da síndrome.

Por isso, é importante ficar atento aos sintomas e fazer acompanhamento médico devidamente.

VERDADE

O paciente pode viver uma vida normal

É possível sim ter uma vida normal enquanto paciente com síndrome de Crohn, mas a verdade é que a doença não tem cura.

Em alguns casos, alguns medicamentos podem provocar a cicatrização do intestino e gerar a remissão da doença.

Porém, é preciso seguir o tratamento à risca para que o paciente consiga conviver com a doença com mais bem-estar. Uma dieta regrada e o uso correto da medicação são muito importantes para esse processo. Entre as soluções medicamentosas estão anti-inflamatórios nos estágios iniciais e corticoides e imunossupressores em casos mais avançados.

VERDADE

Há perda de peso e queda de cabelo

Além de outros efeitos colaterais causados pela medicação, o emagrecimento excessivo e a queda de cabelo são comuns entre os pacientes. A pessoa que tem sua dieta alterada pode sofrer com a desestabilização dos nutrientes em decorrência do corte ou substituição de alimentos.

MITO

A doença de Crohn apresenta somente sintomas relacionados com o trato gastrointestinal

O diagnóstico e os sintomas da doença de Crohn vão além dos sintomas gastrointestinais, ampliando os sinais de alerta.

A síndrome pode apresentar ainda sintomas como inflamação nos olhos, artrite, inflamações e feridas na pele, tromboses entre outros.

 

Agora que você está por dentro das possíveis causas e sintomas da doença de Crohn, fique atento pois existem algumas análises clínicas que podem favorecer o diagnóstico precoce da síndrome. É o caso do hemograma: ele pode auxiliar na detecção da anemia decorrente da má absorção dos nutrientes pelo intestino.

 

Você pode realizar esses e outros exames no Laboratório Vozza
Alerta e prevenção são sempre o melhor remédio

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O que causa infertilidade masculina: saúde do homem

O que causa infertilidade masculina

A decisão está tomada: o casal resolve finalmente ampliar a família! Mas para quem planejou tanto, a espera pode ser algo difícil. Então, muitos casais começam a se preocupar com a possibilidade de infertilidade. Isso pode ocorrer com qualquer um, seja homem ou mulher. Daí a importância da investigação! Por isso, vamos falar sobre o que causa infertilidade masculina. Informe-se, entenda e liberte-se de preconceitos.

 

Duas pessoas, uma responsabilidade

Estima-se que 15% dos casais sofrem com algum problema de infertilidade. E atenção, nos referimos aos casais! Isso porque essa é uma questão que deve ser enfrentada entre parceiros.

Após o período de um a dois anos de tentativas, o casal deve procurar ajuda de um especialista. Assim, os dois precisam passar por uma avaliação. Ela com um ginecologista e ele com um urologista!

A investigação começa com algumas perguntas simples sobre a frequência das tentativas do casal e se há alguma dificuldade de ereção ou ejaculação.

Não tendo ocorrido nenhuma divergência nessa fase inicial, o casal é orientado a realizar alguns exames.

 

Espermograma

Como nosso foco aqui é falar sobre o que causa infertilidade masculina, vamos falar do exame realizado pelos homens: o espermograma.

Com ele, começamos a avançar no diagnóstico e a investigar as possíveis causas da infertilidade masculina.

Você pode entender um pouco mais sobre esse exame em outro texto nosso que fala sobre como é feito e para que serve o espermograma.

Antes de entender o que causa infertilidade masculina é importante ter em mente que isso não pode ser encarado como irreversível. Afinal, dependendo da causa, o caso pode sim ser revertido com tratamento.

 

O que causa infertilidade masculina

Com a idade mais avançada podem surgir doenças, distúrbios hormonais e a consequente ingestão de certos tipos de medicamento. Esses fatores influenciam diretamente na contagem do número de espermatozoides produzidos.

Mesmo com tratamentos para estimular a produção feminina de óvulos, ainda não existem respostas científicas à altura para ampliar a produção de espermatozoides.

Por isso, é melhor ficar atento aos fatores que influenciam essa produção. Alguns exemplos são o tabagismo, o consumo de anabolizantes, as drogas recreativas, a obesidade, o estresse e a má nutrição.

 

Entre outras possíveis causas estão:

 Diminuição do número de espermatozoides;

 Pouca mobilidade dos espermatozoides;

 Espermatozoides anormais;

 Ausência da produção de espermatozoides;

 Vasectomia;

 Dificuldade na relação sexual;

 Doenças sexualmente transmissíveis.

 

Infertilidade sem causa aparente

O que causa infertilidade masculina pode ser um mistério para muitos casais. Afinal, depois de muitas análises diversos casais ainda se veem sem resposta alguma.

Mas o que fazer então quando o casal é diagnosticado como saudável e ainda sim não engravidam? São casos raros, mas podem ocorrer!

A infertilidade sem causa aparente ocorre devido a uma possível má interação entre os dois gametas. Isso impede a fertilização ou a fixação do óvulo no útero.

 

Mais que o tratamento físico

Após descobrir o que causa infertilidade masculina é normal que muitos homens passem por um período de certa instabilidade emocional. Os sentimentos de culpa e de insegurança são frequentes, o que muitas vezes provoca problemas familiares.

Mas é importante encontrar o equilíbrio e a solução ideal entre o casal. Isso porque existem tratamentos e técnicas avançadas de concepção e que podem ajudar na realização desse sonho.

Mais do que o controle, os homens que passam por essa situação necessitam entender que não precisam enfrentar a situação sozinhos. Conte sempre com um especialista e a ajuda de sua companheira.

 

Você também pode contar com o Vozza para um diagnóstico com respeito, qualidade e discrição.

Saiba por que fazer o exame TSH ultrassensível na gravidez

Saiba por que fazer o exame TSH ultrassensível na gravidez

Com os hormônios à flor da pele, as mamães de plantão sabem que a fase do barrigão gera muitas dúvidas. É quase impossível segurar a ansiedade a cada item do enxoval e a cada consulta. Por isso, se na lista de exames do seu médico existe o de TSH, não se preocupe. Nós vamos explicar para você por que fazer o exame TSH ultrassensível na gravidez.

 

Entenda

Você acaba de sair da consulta e enquanto volta para casa se dá conta da quantidade de exames que seu médico pediu. Um deles é o exame de sangue TSH ultrassensível. Mas o que é isso?

Essas três letrinhas fazem referência ao hormônio que estimula as atividades da glândula da tireoide. Ele é produzido pela glândula hipófise que, consequentemente, controla as atividades da tireoide.

 

Deixando tudo como deve estar

A importância dessa glândula passa pela regulação metabólica e energética. Ou seja, entre suas funções ela é responsável pela regulação da temperatura do corpo humano a 36,5º, além de influenciar coração, cérebro, fígado e rins.

A tireoide interfere também na regulação dos ciclos menstruais, na fertilidade, na memória e concentração e no controle emocional.

 

Exame TSH ultrassensível na gravidez

Depois de entender o tamanho da importância da tireoide, vamos ao que interessa! As mamães de plantão já devem ter feito várias conexões sobre o papel da tireoide na saúde feminina. Mas e para o feto?

A verdade é que a glândula tem um papel superimportante na gravidez. Além de ser fundamental para a fertilidade e a fecundação, a tireoide é responsável por manter o embrião no útero. Isso garante uma gravidez mais segura.

Para entender a importância da realização do exame de TSH ultrassensível na gravidez, é preciso ter em mente o quanto o corpo da mulher é afetado pela tireoide no período gestacional.

Isso porque a gravidez causa um salto na produção dos hormônios da tireoide. Para ter uma ideia, o organismo feminino chega a fabricar até 50% mais hormônio para suprir as necessidades da mãe e do bebê.

Há estudos que mostram, inclusive, a relação do hipotireoidismo da mãe com os riscos de aborto e até mesmo a dificuldades de aprendizado e memória da criança.

Outro alerta que mostra a importância do exame de TSH ultrassensível na gravidez é o aumento de chances de hemorragia pós-parto, anemia, descolamento de placenta e hipertensão gestacional.

 

Diagnóstico do hipotireoidismo na gravidez

Apesar da gravidade do hipotireoidismo, é possível identificar esse quadro antes mesmo de engravidar.

Isso exige planejamento da gravidez. Por isso, ao ter em mente a gravidez, é importante que a mulher inicie um acompanhamento médico.

Outra boa notícia é que mesmo diagnosticado o hipotireoidismo, já durante a gravidez, é possível tratar e garantir uma gestação segura para ela e para o bebê.

Apesar da seriedade do problema para as mães, a verdade é que é importante evitar os riscos em todas as fases na vida. Todas as mulheres devem ficar atentas aos sintomas que passam por cansaço, depressão mental, pele e cabelo secos, constipação e irregularidades menstruais.

Mas para as grávidas e as aspirantes a mamãe, o exame TSH ultrassensível deve ser realizado de forma indispensável e preventiva!

 

Previna-se e cuide da saúde da mamãe e do bebê!
Realize seu exame TSH ultrassensível no laboratório Vozza.

 

Saiba onde fazer check-up em Campinas

Final de ano é tempo de renovar as esperanças e traçar novas metas para o próximo ano que está chegando. Também é tempo de dar uma atenção especial à coisa mais importante da sua vida: a sua saúde. E, para isso, fazer um check-up pode ser uma boa alternativa para fechar o ano com chave de ouro e começar 2019 com a saúde em dia. Mas você sabe onde fazer check-up em Campinas?

Neste texto, vamos falar um pouco sobre a importância de alguns exames preventivos. Também iremos mostrar onde você pode encontrar um laboratório em Campinas de qualidade. Confira!

Por que fazer um check-up?

Em geral, é muito comum que as pessoas façam os famosos check-ups nessa época de fim de ano. Isso porque esses exames podem trazer mais tranquilidade para curtir as festas e os dias de férias com mais saúde. Mas não é só essa a importância de fazer um check-up.

Muitas pessoas não sabem, mas mesmo que não haja qualquer indício de doenças, o check-up anual tem um papel preventivo muito importante! Quando diagnosticadas precocemente, diversas doenças podem ser tratadas com mais facilidade, permitindo ao paciente viver com mais qualidade de vida.

Além disso, os exames periódicos são a melhor forma de mapear com detalhes o seu verdadeiro estado de saúde. Assim, será possível analisar os seus hábitos diários, os fatores de risco e possíveis mudanças em seu estilo de vida para que você possa viver saudavelmente bem.

 Onde fazer check-up em Campinas?

Agora que você já entendeu um pouco mais sobre a importância dos exames preventivos, chegou a hora de saber onde fazer check-up em Campinas. Aliando comprometimento, alta qualidade e rapidez em um só lugar, o Laboratório Vozza está há mais de 50 anos atuando em toda a Região Metropolitana de Campinas.

Inaugurado em 1965, o laboratório atuou nos primeiros projetos relacionados ao aprimoramento técnico, científico e ético da medicina laboratorial no Brasil. Hoje, o Vozza mantém a qualidade em seus exames com princípios rigorosos, a fim de garantir diagnósticos de excelência com prazos rápidos e de forma eficaz.

Unidades Vozza

Agora você já sabe onde fazer check-up em Campinas, certo? Mas se você não é da cidade, fique tranquilo! Além das 5 unidades em Campinas, o Vozza ainda possui laboratórios em Hortolândia, Valinhos e Paulínia.

Pensando em garantir mais comodidade e praticidade aos nossos pacientes, contamos com um banco de dados unificado. Isso permite que as suas informações fiquem armazenadas e sejam disponibilizadas em qualquer uma das nossas unidades.

Conheça o Vozza Social

Aqui no Vozza não é só no Natal que nos empenhamos na busca por um mundo melhor. Por isso, desenvolvemos o Vozza Social, uma ação em que realizamos exames específicos a preços acessíveis.

Para isso, basta que o interessado apresente um documento original com foto e o pedido de exame do SUS, da Prefeitura Municipal, Postos de Saúde, carteira de aposentado ou de campanhas de saúde específica.

Faça mais pela sua saúde e comece o Ano Novo com mais qualidade de vida. Entre em contato com o Vozza e agende já seus exames.

Conheça os principais sintomas do HIV e da AIDS

No dia 1º de dezembro celebramos em todo o mundo o Dia Internacional da Luta Contra a AIDS. E ao longo de todo o mês, são realizadas diversas ações de prevenção e conscientização sobre a doença, que fazem parte da campanha Dezembro Vermelho. E você sabia que conhecer os principais sintomas do HIV e da AIDS também é uma forma de prevenção?

Apesar de serem bastante silenciosos no início, é importante estar por dentro dos sintomas do HIV para entender melhor a doença e, assim, evitar mais rapidamente os seus possíveis riscos.

Por isso, neste texto vamos falar sobre alguns dos principais sintomas da doença, suas formas de prevenção, tratamento, entre outras informações importantes. Confira!

Sintomas do HIV 

O HIV é o vírus que causa a AIDS, mas você sabia que é possível ter o vírus durante um longo período sem desenvolver a doença? É importante lembrar que a duração, a gravidade e os tipos de sintomas variam de acordo com cada pessoa.

Em alguns casos, o HIV pode causar sintomas parecidos com outras síndromes virais, como gripes, por exemplo. Esses sintomas do HIV surgem, geralmente, entre 2 e 4 semanas após o contato com vírus. E entre eles estão:

  • Dores de cabeça
  • Febre baixa
  • Tosse seca e dores de garganta
  • Cansaço excessivo
  • Náusea e diarreias
  • Ínguas inflamadas
  • Dores nas articulações

Na maior parte dos casos, os sintomas do HIV costumam melhorar após 2 semanas. Por isso, podem acabar sendo confundidos com os de uma simples gripe. Mas mesmo que os sinais tenham desaparecido, o vírus ainda permanece em seu organismo. Tanto é que essa fase sem sintomas pode durar anos, enquanto o HIV vai evoluindo silenciosamente, afetando todo o nosso sistema imune e desenvolvendo a AIDS.

Sintomas da AIDS

Os sintomas da AIDS surgem apenas quando a pessoa não realiza os tratamentos necessários para combater o vírus ou em situações em que o sistema imunológico se encontra fraco e debilitado. Os sintomas incluem:

  • Febre alta persistente
  • Manchas vermelhas na pele (Sarcoma de Kaposi)
  • Suores noturnos
  • Tosse persistente e garganta arranhada
  • Perda de peso
  • Manchas brancas na língua e na boca
  • Dores de cabeça, nos músculos e nas articulações
  • Inchaço dos gânglios linfáticos durante mais de 3 meses
  • Diarreias por mais de 1 mês, vômitos e náusea
  • Cansaço, fadiga

Esses sintomas costumam surgir quando o organismo já apresenta uma grande quantidade do vírus do HIV e números baixos das células de defesa. Essa baixa imunidade também pode acarretar outras doenças como a tuberculose, a pneumonia, a hepatite viral e a candidíase.

Tratamento

A AIDS é uma doença que ainda não possui cura e, por isso, o seu tratamento deve ser feito durante toda a vida.

Os principais objetivos do tratamento são o combate do vírus e o fortalecimento do sistema imune. Lembre-se de que para gerar os efeitos esperados é essencial seguir as orientações do médico e usar preservativo para evitar a contaminação de outras pessoas. 

O ideal é que o tratamento contra o HIV comece antes mesmo da AIDS se manifestar.

Diagnóstico

Os primeiros passos para você identificar se está contaminado ou não com o vírus HIV é analisar alguns comportamentos de risco, como relações sexuais sem preservativo ou o uso partilhado de seringas. Além disso, você deve estar atento aos sintomas do HIV, como mal-estar, dores de garganta, de cabeça, febre etc.

Após cerca de 50 dias do comportamento de risco, o ideal é que você realize um exame de sangue para detectar a presença do HIV.

Visando sempre uma relação humanizada com nossos pacientes, o Laboratório Vozza garante diagnósticos de excelência, com prazos rápidos e de forma eficaz e segura. Consulte um médico de sua confiança e conte com o Vozza para realizar seus exames!

Cuidados com a exposição ao sol: confira 5 dicas

Ainda falta um mês para o início do verão. Mas você sabia que não é só nessa estação que devemos estar atentos aos cuidados com a exposição ao sol? É isso mesmo, afinal, nós estamos em contato diariamente com os raios solares, mesmo nos dias mais frios.

Mas saiba que através de alguns hábitos muito simples é possível se prevenir contra os perigos da exposição excessiva ao sol. Por isso, para evitar possíveis problemas como a insolação, a desidratação e o câncer de pele, separamos algumas dicas especiais para você adotar no seu dia a dia. Confira!

5 dicas de cuidados com a exposição ao sol

1. Protetor solar

Entre os principais cuidados com a exposição ao sol, o uso de protetores solares destaca-se como um dos mais essenciais. Isso porque esses produtos nos protegem contra os raios UVA e UVB, que podem causar desde pequenas vermelhidões até o envelhecimento precoce e o câncer de pele.

Mas não se esqueça de que esse tipo de cuidado com a exposição ao sol deve ser diário, e não apenas durante as férias ou em momentos de lazer. Além disso, lembre-se de aplicar o filtro solar pelo menos 30 minutos antes de sair ao sol, para que a pele absorva o produto corretamente.

2. Hora certa

Tem hora certa pra tudo, não é mesmo? E com a exposição ao sol não é diferente.

Existem alguns períodos mais seguros para pegar aquele solzinho, que é quando há menor radiação UVB, causadora de queimaduras e principal fator de risco para o desenvolvimento de câncer de pele. Assim, o ideal é evitar o sol entre as 10h e as 16h. Mas mesmo nas horas mais saudáveis, não se esqueça dos outros cuidados com a exposição ao sol: protetor solar sempre! 

3. Roupas e acessórios

Em dias de sol mais intenso, o uso de filtros solares não é o suficiente. Existem algumas roupas e acessórios que também são muito importantes nos cuidados com a exposição ao sol.

Para as atividades ao ar livre, as roupas de algodão são uma boa opção, já que elas bloqueiam a maior parte dos raios ultravioleta. Tecidos sintéticos como o nylon, por exemplo, bloqueiam apenas cerca de 30% dessa radiação. Além disso, aposte em chapéus e óculos escuros para se proteger ainda mais. A luminosidade excessiva pode causar algumas doenças, como catarata, lesões nos olhos e até câncer nas pálpebras. 

4. Hidratantes pós-sol

A nossa pele sente diretamente as consequências de uma exposição solar excessiva. É comum que depois de um dia no sol sem a proteção necessária, nossa pele arda, descasque e fique ressecada. Nesses casos, os hidratantes pós-sol podem ser uma ótima alternativa para manter a pele hidratada e suavizar os efeitos da insolação.

Isso porque eles geralmente contam com ingredientes naturais que ajudam a suavizar as queimaduras causadas pelo sol e também diminuem as inflamações causadas pelos raios UV.

5. Alimentação e hidratação

Embora não pareça, a alimentação pode sim ser um cuidado muito importante quando estamos falando de exposição solar. Alguns alimentos como mamão, abóbora, cenoura e beterraba, ajudam na prevenção aos possíveis danos na pele causados pelo sol. Isso porque eles contêm os famosos carotenoides, que se depositam na pele e possuem ação antioxidante.

Além disso, a hidratação é outro item essencial para cuidar bem do seu corpo, principalmente nos dias mais quentes. Abuse da água, dos sucos naturais, das vitaminas e da água de coco.

 

Por que o excesso de colesterol faz mal à nossa saúde?

Você com certeza já deve ter ouvido falar que o excesso de colesterol faz mal à nossa saúde, não é mesmo? Na verdade, o colesterol é uma substância essencial ao nosso organismo. Isso porque ele é um componente estrutural de nossas membranas celulares e, sem ele, as células não teriam como receber oxigênio e alimentos, por exemplo.

Mas então por que será que os níveis elevados dessa substância são tão prejudiciais à nossa saúde? Olha só:

Tipos de colesterol

No nosso corpo existem dois tipos de colesterol, conhecidos popularmente como “colesterol bom” e “colesterol ruim”. O bom, chamado de HDL, atua no equilíbrio do excesso de gordura em nossas artérias, evitando a formação de placas. Já o ruim, LDL, faz o trabalho contrário: se acumula nas artérias provocando o seu entupimento.

Uma pessoa considerada saudável deve manter os níveis dessas duas substâncias equilibrados, ou seja, nem acima nem abaixo da média recomendada. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, o ideal é que o nível de colesterol no sangue esteja abaixo de 200 mg/dL, sendo que o colesterol ruim deve estar abaixo de 130 mg/dL e o bom acima de 35 mg/dL.

O excesso de colesterol faz mal? 

Como já dissemos, o colesterol é essencial ao nosso organismo, mas o excesso dessa substância pode sim ser prejudicial à nossa saúde. Isso porque os altos níveis de colesterol no nosso sangue podem aumentar o endurecimento e o espessamento das artérias, favorecendo o aparecimento dos coágulos.

Além disso, o excesso de colesterol faz mal porque pode facilitar o acúmulo de placas de gordura nas paredes das artérias (aterosclerose), o que dificulta o fluxo sanguíneo. Por isso, é muito importante estar sempre atento aos níveis da substância no sangue para garantir uma vida mais saudável.

Fatores de risco

Agora que você já sabe que o excesso de colesterol faz mal, chegou a hora de conhecer alguns fatores de risco.

Pessoas com histórico familiar de colesterol alto devem realizar acompanhamento médico desde a infância, já que os níveis elevados da substância devem-se, em parte, aos genes herdados. Além disso, a obesidade, o sedentarismo, o tabagismo e a diabetes também podem ser fatores de risco.

Por isso, praticar exercícios físicos com regularidade, evitar o tabagismo e reduzir o consumo de açúcar é essencial para evitar o aumento dos níveis de colesterol no sangue.

Alimentação

Apesar dos fatores citados acima serem muito importantes, a alimentação é o aspecto que merece maior atenção. Isso porque a nossa alimentação está diretamente ligada aos níveis de colesterol. Uma dieta rica em gorduras trans, açúcar, frituras e gorduras saturadas, por exemplo, pode elevar o nível de LDL.

Por isso, listamos abaixo alguns dos alimentos que podem aumentar ou reduzir o colesterol, de acordo com dados do Ministério da Saúde:

Alimentos que ajudam na redução do colesterol:

  • Salsão
  • Mamão
  • Mandioca
  • Damasco
  • Couve-flor
  • Bagaço de laranja
  • Farelo de trigo
  • Cenoura
  • Cereais integrais
  • Aveia
  • Verduras

Alimentos ricos em colesterol:

  • Carnes vermelhas gordurosas
  • Queijos amarelos
  • Creme de leite
  • Sorvetes, doces cremosos e biscoitos amanteigados
  • Camarão e lagosta
  • Gema de ovo
  • Chantilly
  • Alimentos industrializados
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