Check-up para a saúde da mulher

Na correria do dia a dia muitas mulheres se esquecem da importância de cuidar preventivamente da própria saúde. Mas o controle periódico pode ajudar a diagnosticar doenças que já estão instaladas mas que ainda não se manifestaram. Por isso é tão importante a realização do check-up para a saúde da mulher.

O que é o Check-up?

O objetivo do check-up é a prevenção de doenças por meio da realização de exames médicos periódicos. Dessa forma é possível ter uma visão real do estado da saúde e assim adotar medidas que melhorem a qualidade de vida da mulher. É a consulta médica que irá determinar o pedido destes exames de acordo com a necessidade.

O histórico familiar também é fundamental para a análise médica dos exames a serem solicitados com periodicidade. Doenças hereditárias ou que se apresentam com frequência em familiares próximos são determinantes na especificidade dos exames de rotina já que algumas doenças apresentam maior chance de cura quando detectadas em uma fase precoce.

Dentre as principais áreas em que se tem a necessidade de atenção constante no check-up para a saúde da mulher estão as doenças cardiovasculares, doenças hematológicas, alterações do metabolismo (para a verificação de diabetes, função hepática e renal) assim como a dosagem hormonal.

Veja os exames que devem ser realizados por faixa etária:

Após a primeira menstruação:

Papanicolau: O exame de Papanicolau deve ser realizado regularmente a partir dos 18 anos para prevenção do câncer cervical.

Dos 30 aos 40 anos:

Hormônios da tireoide: A partir dos 30 anos triplicam as chances da mulher de desenvolver distúrbios da tireoide. A doença pode ser diagnosticada por exame de sangue onde são realizadas as dosagens dos hormônios T3, T4 e TSH.

Colesterol e triglicerídeos: As doenças cardiovasculares são a causa da morte de 30% das mulheres acima de 40 anos. Por isso, a partir desta idade o exame de sangue para checagem das taxas de colesterol e triglicerídeos deve ser anual.

A partir dos 40 anos:

Mamografia: O exame para a detecção do câncer de mama deve ser realizado anualmente em mulheres a partir de 40 anos. Aquelas que possuem histórico da doença na família podem iniciar o exame preventivo a partir dos 35.

Glicemia: A glicemia analisa a taxa de açúcar no sangue sendo o exame essencial para o diagnóstico da diabetes. Mulheres com histórico da doença na família ou acima dos 45 anos que pertençam ao grupo de risco (que tenham taxas altas de colesterol e triglicérides, obesas e/ou sedentárias) devem realizar periodicamente este exame.

Exames para determinar a Menopausa: O exame avalia o hormônio FSH aliado aos sintomas como ondas calor e ausência de menstruação que podem determinar o início da Menopausa.

O Laboratório Vozza visa pelo bem-estar e pela qualidade de vida das mulheres. Por isso contamos com uma vasta lista de exames que fazem parte do check-up para a saúde da mulher. Agende o seu exame: (19) 3733-2400

8 Dicas de ouro para dormir bem!

Dormir bem é uma das coisas mais gostosas do mundo! Não há nada pior do que não ter uma noite de sono satisfatória. Quando isso acontece, o corpo e a mente não descansam o suficiente para o dia que está por vir. A pessoa acaba ficando estressada, irritada e, a longo prazo, isso traz problemas para a saúde. Confira 8 dicas de ouro para dormir bem :

1. Quantidade x Qualidade

Dormir bem não está relacionado somente à quantidade de horas dormidas, mas sim à qualidade do sono. Como cada corpo tem um metabolismo, há quem precise de 9 horas de sono, enquanto outros dormem 6 horas e se sentem revigorados. O que importa é a sensação ao acordar: sentir-se descansado e pronto para outro dia.

2. Crie rituais

Desenvolva rituais de rotina para que a hora de dormir seja associada a um momento de relaxar. Uma ideia é fazer uma automassagem ou ler um livro, por exemplo. O importante é ter este momento para você se acalmar e direcionar sua atenção para o próximo passo, que é o sono.

Procure sempre dormir nos mesmo horário todos os dias, para que seu metabolismo se acostume e se prepara para as horas de sono.

3. Cuidado com excessos

Para dormir bem, não coma em excesso e evite alimentos pesados pelo menos 4 horas antes de ir para a cama. Evite também ingerir álcool e bebidas como o café, chás e chocolates, que contém a cafeína, um estimulante que atrapalha o sono. Já as comidas pesadas e o álcool irritam seu estômago, causando desconforto gástrico

4. Alimentação correta

Coma alimentos leves e fáceis de serem digeridos, como frutas e verduras, antes de se deitar. Chás calmantes, como erva-doce e cidreira, também contribuem para uma boa noite de sono, pois auxiliam no relaxamento e podem ser consumidas com mel, que também tem propriedades calmantes.

5. Não fique rolando na cama!

Se não conseguir dormir dentro de 30 minutos, levante-se. Ficar na cama estressa e dificulta ainda mais na hora de pegar no sono. Beba água, leia um livro e caminhe para fora do quarto, até sentir-se pronto para voltar e dormir bem.

6. Cuidado com eletrônicos

Assistir filmes de ação, navegar na internet ou jogar aumentam o grau de excitação e podem prejudicar o sono. Por isso, o ideal é desconectar-se uma hora antes de dormir para que seu corpo relaxe e se acalme. Ficar deitado na cama enviando mensagens também atrapalha sua boa noite de sono, já que a luz do celular te deixa mais alerta e ansioso.

7. Tome um banho morno

O banho quente relaxa e prepara seu corpo para dormir, estimulando a bioquímica do sono. Um banho morno antes de deitar-se pode aliviar o stress e a ansiedade acumulados ao longo do dia. Além disso, pode ajudar a reduzir o calor perdido pelo corpo, tornando a transição para o sono mais fácil.

8. Técnica do 4-7-8

Desenvolvida pelo Dr. Andrew Weil, doutorado pela Harvard, esta técnica pode te ajudar a dormir bem:

  • Você deve expirar pela boca, deixando todo o ar sair
  • Feche a boca e inspire pelo nariz contando mentalmente até 4
  • Pare a respiração, mantenha o ar nos pulmões e conte até 7
  • Expire completamente pela boca, contando até 8
  • Repita essa sequencia até adormecer

5 dicas para uma alimentação saudável

Comer com certeza é um dos maiores prazeres do ser humano, além de ser uma necessidade básica. Mas com tantas tentações, você sabe quais alimentos escolher para manter a saúde do seu corpo? Confira 5 dicas para uma alimentação saudável:

1- Prefira alimentos in natura ou minimamente processados

Frutas, legumes, verduras, carnes e ovos são os chamados alimentos in natura. Já os alimentos considerados minimamente processados são aqueles que foram submetidos a limpeza, lavagem, descascamento, corte e embalagem. Mesmo depois de passarem por estes procedimentos, eles mantêm a qualidade semelhante ao natural.

Estes produtos são uma opção mais prática e rápida para o consumo. Exemplos de alimentos minimamente processados: saladas vendidas higienizadas e embaladas, castanhas e nozes descascadas, carne cortada e vendida em bandejas, entre outros.

Os alimentos in natura são a base de uma alimentação saudável e de uma dieta mais balanceada.

2- Sal, açúcar e óleo devem ser sempre usados com moderação

O excesso de açúcar aumenta drasticamente o valor calórico dos alimentos e consequentemente o ganho de peso de quem come, além de aumentar a propensão ao diabetes. Já o excesso de sal pode levar a hipertensão e insuficiência renal. Usar muito óleo e comer muita fritura leva ao entupimento de veias e também ao aumento de peso.

Por isso, para manter a saúde é fundamental evitar os excessos e buscar alternativas. Você pode substituir o açúcar por adoçante, o sal por ervas como orégano e manjericão, e preferir alimentos feitos no forno.

3- Evite alimentos industrializados

Com a correria do dia a dia, os alimentos industrializados ganharam cada vez mais espaço nos hábitos alimentares das pessoas. Comidas congeladas, refrigerantes, bolachas, salgadinhos… a lista é grande!

Estes alimentos têm uma grande quantidade de açúcar e sal, além de aditivos químicos como aromatizantes, corantes, acidulantes e conservantes. Eles aumentam a durabilidade do produto, o tornam irresistível e prejudicam sua saúde.

Os alimentos industrializados têm muitas calorias e pouco valor nutricional. Especialistas também alertam para perigos como distúrbios metabólicos e digestivos, alergias e até mesmo de câncer causados pelo consumo excessivo deste tipo de alimento.

4- Coma com mais regularidade

Comer de 3 em 3 horas traz diversos benefícios ao corpo, como manter os níveis de insulina estáveis e regular o fluxo gástrico. A ingestão de alimentos com maior regularidade também ajuda no controle do apetite. Quando você toma o café da manhã e a próxima refeição é o almoço, a tendência é comer muito mais para compensar a fome. Mas se entre estas refeições você ingerir um pequeno lanche, você sentirá menos fome e consequentemente comerá menos.

Porém, cuidado com estes lanchinhos! Muitas pessoas escolhem alimentos industrializados para comer entre as refeições. Este tipo de alimento contribui para o ganho calórico além de estimular o consumo excessivo. Para ter uma alimentação saudável entre as refeições principais, escolha alimentos in natura ou minimamente processados que comentamos acima, como frutas e castanhas.

5- Faça a sua própria comida!

Todas estas dicas levam ao mesmo ponto: faça a sua própria comida! Cozinhar em casa pode exigir certo comprometimento, mas as vantagens da comida caseira compensam a disciplina exigida.

Cozinhando em casa você economiza dinheiro e muitas calorias. Além disso, cozinhar pode se tonar um momento especial e prazeroso. Preparando suas próprias refeições, você tem a certeza sobre o que está ingerindo, evita o excesso de sal, açúcar e óleo, foge dos conservantes e aditivos químicos e garante uma alimentação saudável.

Gostou? Então se surpreenda sabendo mais sobre um alimento que se consumido da maneira certa pode fazer bem para a sua saúde: o chocolate! Acesse: http://vozza.com.br/2016/11/28/6-beneficios-do-chocolate-para-saude/

Saiba tudo sobre o jejum para fazer exames

É normal as pessoas terem dúvidas a respeito quantas horas de jejum são necessárias para a realização de exames de sangue. Atualmente, não existe mais um período determinado para todos os exames. Alguns podem ser realizados com 3 horas sem se alimentar, enquanto outros não precisam de jejum prévio. Cada exame tem as suas recomendações específicas, por isso saiba tudo sobre o jejum para fazer exames.

Por que fazer jejum?

O jejum para fazer exames de sangue surgiu como uma forma de padronizar os valores normais do organismo humano. Isso porque tanto o gasto energético quanto o metabolismo são diferentes de pessoa para pessoa.

Inicialmente, foi determinado o período de 12 horas de jejum para fazer exames de sangue já que esse era considerado o tempo máximo que uma pessoa normal levaria para metabolizar todo o alimento ingerido na última refeição.

O motivo da flexibilidade do tempo de jejum atualmente são os avanços nos equipamentos, nos reagentes químicos assim como nas análises. A melhoria destes processos permitiu que alguns exames tivessem o período de jejum alterado.

Além disso, o exame precisa refletir o estado metabólico cotidiano do paciente em suas condições normais de dieta. A mudança no tempo de jejum para fazer exames traz benefícios para o paciente que pode evitar o desconforto de ficar sem comer por um período prolongado além de poder realizar o exame em horários mais flexíveis.

Para fazer exames, tem que estar quantas horas de jejum?

O que vai determinar quantas horas de jejum será necessário é o tipo do exame e, principalmente, as recomendações do médico que o solicitou. Geralmente o jejum é indicado para os exames que podem gerar resultados diferentes quando associados a alimentação.

Por exemplo, enquanto o exame de glicemia de jejum exige um jejum de 8 horas a 14 horas, o testosterona total precisa de apenas 4 horas. Já o Hemograma não tem a necessidade do jejum após uma refeição leve. O Beta HCG também não precisa de jejum prévio.

Além disso, existem exames que precisam de cuidados adicionais. Para a realização de determinados exames é necessário, por exemplo, que se fique pelo menos 24 horas sem praticar exercícios físicos intensos antes da coleta do sangue para se evitar alterações no resultado.

Cuidados especiais

Antes de realizar um exame, nunca fique mais de 14 horas sem se alimentar. Depois deste período o organismo começa a usar as reservas energéticas como proteína e gordura, o que pode alterar os resultados.

Outro cuidado importante é evitar o consumo de bebidas alcoólicas e fumar cigarros na véspera do exame. Atenção especial com medicamentos já que alguns podem também interferir nos resultados.

Apesar de muitos acreditarem que não se pode ingerir água durante o jejum, o consumo pode ser realizado com moderação apenas para saciar a sede, já que beber água em excesso também pode alterar o exame.

No nosso site você pode verificar quantas horas de jejum são necessárias para realizar o seu exame, acesse:

http://187.72.199.28/cache01/csp/vozza/MV.FC.cls?w3Exec=WLR010

Vale enfatizar que sempre se deve seguir a recomendação médica. É o médico que irá avaliar a necessidade do jejum para fazer os exames baseada em sua real utilidade para o resultado.

Como escolher o protetor solar

É natural no verão as pessoas passarem mais tempo ao ar livre. Porém, a exposição ao sol sem o uso de protetor solar é ruim para a pele e pode trazer consequências negativas, como o envelhecimento precoce, pintas, manchas e o mais grave: o câncer de pele. Mas você sabe como escolher o protetor solar ideal?

Como funciona o protetor solar:

Os raios solares possuem radiação UVA e UVB. Os raios UVA conseguem atingir as camadas mais profundas da pele, causando o bronzeamento mas também as manchas. Já os raios UVB atingem as camadas superficiais, causando as queimaduras solares e aumentando o risco de câncer de pele.

O protetor solar funciona como uma barreira que reflete a radiação solar, impedindo que ela atinja a pele. O Fator de Proteção Solar (FPS) indica o tempo que você permanece protegido.

Por exemplo: uma pessoa que tem o tempo mínimo de exposição sem queimar de 10 minutos, usando um protetor solar FPS 30 estaria protegida por 30 vezes mais tempo, ou seja, por 300 minutos (5 horas).

Como escolher o seu protetor solar?

Na hora de escolher o protetor solar certo deve-se levar em conta principalmente dois fatores:

  • Tipo de pele: oleosa, seca ou normal.
  • Fototipo da pele: é a capacidade de absorver a radiação. Pessoas claras, com cabelo ruivo ou loiro e olhos claros, têm dificuldade de se bronzear e tendem a se queimar. Já quem tem a pele, os cabelos e olhos mais escuros em geral tem maior facilidade de se bronzear.

Algumas dicas:

  • Para um produto ser classificado como um protetor solar ele deve ter no mínimo FPS 6.
  • Recomenda-se que independente do seu fototipo de pele se use um protetor solar com FPS 15 no mínimo.
  • Escolha um protetor solar com proteção contra os raios UVA e UVB.
  • O rosto e as mãos precisam de cuidados especiais, já que são partes mais sensíveis a manchas e envelhecimento. Por isso, escolha um protetor especial e com FPS acima de 30.
  • Existem protetores solares adequados para pele oleosa e que podem até mesmo ajudar no controle da oleosidade.

O indicado é passar o protetor solar no corpo antes de se vestir. Os raios solares penetram na água, por isso, caso você vá nadar, espere 15 minutos para que o produto não saia da pele. Vale ressaltar que o suor, a água e até mesmo o contato com a roupa reduzem o efeito da proteção, sendo necessário reaplicar o produto.

Seu corpo precisa de sol!

A exposição ao sol é fundamental para a saúde e para o bom funcionamento do corpo. Porém, ela deve ser feita de maneira moderada.

É através dos raios tipo UVB que o nosso organismo obtém grande parte da vitamina D – ela é essencial para uma melhor absorção do cálcio e fortalecimento dos ossos, evitando assim a osteoporose e dando vigor aos músculos.

Por isso é indicado que no mínimo 3 vezes por semana se tome sol de 15 a 20 minutos antes das 10 horas da manhã. Neste momento não se deve usar o protetor solar já que ele impede a absorção dos nutrientes pela pele. Quanto mais clara for a pele, menor deve ser o tempo de exposição ao sol.

Mindfulness: Dicas para uma Atenção Plena

Você já esteve no meio de uma conversa e começou a mexer no celular? Ou ao ler um livro já precisou reler a página para se lembrar o que acabou de ler? Ou no meio da reunião de trabalho te fizeram uma pergunta e você não sabia a resposta porque estava distraído? Entenda como a prática da atenção plena do Mindfulness pode te ajudar.

Origem

De origem budista, o Mindfulness hoje é divulgado pela comunidade científica médica e psicológica.

A prática surgiu quando Jon Kabat-Zinn, cientista biomédico e doutor em biologia molecular, assistiu a uma palestra de um missionário budista. Kabat-Zinn se aprofundou no tema, adaptando os ensinamentos budistas e desenvolvendo uma metodologia para uso terapêutico.

Apesar da origem, o Mindfulness não está relacionado a nenhum contexto religioso e pode ser aplicado a qualquer pessoa, independente de suas crenças.

O que é o Mindfulness?

Todos nós já vivemos situações em que o corpo está em um lugar mas a mente está em outro completamente diferente. O Mindfulness propõe um estado mental de atenção plena. Ele é o contrário do estado em que a maioria das pessoas vivem atualmente, onde a desatenção faz com que as atividades sejam realizadas no “piloto automático”.

A grosso modo, Mindfulness é um conjunto de práticas que visam deixar mente e corpo presentes no mesmo momento. As pessoas muitas vezes vivem o estado em que não se consegue estar verdadeiramente presente e a ação se torna uma reação, uma resposta automática e pré-condicionada.

O Mindfulness propõe o contrário: um estado de atenção plena, com uma atitude mais de aceitação e menos de julgamento automático. Isso contribuiu para que o indivíduo saia do “piloto automático”e não tenha atitudes irrefletidas.

Onde é usado?

O Mindfulness está sendo cada vez mais integrado às práticas clínicas e até mesmo ao dia a dia das organizações.

Já existem diversos estudos sobre o método e a sua eficácia para tratamento de ansiedade, depressão, dor crônica, agressividade, artrite, fibromialgia e até mesmo câncer. O Mindfulness provoca uma melhora na qualidade de vida dos pacientes.

A prática também promove mudanças no comportamento de gestores, líderes e colaboradores. O Mindfulness traz foco, ajudando os trabalhadores a agirem de forma mais certeira, tomar decisões com maior consciência e ter assim melhores resultados.

Atletas também têm utilizado o método. O famoso jogador de basquete LeBron James é um dos adeptos. Depois de sofrer diversas contusões, o atleta utilizou o Mindfulness para dar uma reviravolta e levar seu time à vitória em um importante campeonato. Nos intervalos dos jogos era comum ver o jogador meditando.

Vamos lá?

Mas no que consiste a prática? A meditação é a chave da atenção plena do Mindfulness. E como qualquer outro exercício, exige prática. Um bom começo é aplicá-la ao dia a dia. Que tal um almoço tranquilo e em silêncio? Preste atenção no sabor e na textura dos alimentos, tenha atenção plena no ato. A respiração também é um ótimo instrumento para a meditação: foque no movimento de entrada e saída do ar, use toda a sua capacidade pulmonar.

Você também pode meditar em um local tranquilo e silencioso, em horários determinados. Se preferir, use um cronômetro para marcar o tempo da prática. Encontre um posição confortável. Você pode escolher ficar com os olhos fechados ou não. Faça uma respiração profunda e traga seu foco para o corpo. Use a respiração como uma âncora da atenção.

E aí, o que achou?

Conte pra gente se obteve resultados positivos com a prática!

5 Dicas de saúde para o final de ano

O final de ano é uma época cheia de festividades. São comemorações repletas de comida e bebida. Com tamanha fartura e muitas tentações, é natural que as pessoas exagerem. Mas não deixe de cuidar de sua saúde! Dor de cabeça, gastrite e mal estar são alguns dos sinais do seu corpo de que você passou dos limites, por isso, veja 5 dicas de saúde para o final de ano:

  • Beba muita água

A hidratação é essencial, principalmente para quem consumir bebidas alcoólicas neste final de ano. Mais do que transportar os nutrientes, tomar água ajuda a eliminar toxinas e a regular a temperatura do corpo por meio da transpiração.

O ideal é beber água a cada 2 horas, de preferência em horários longe do almoço ou do jantar. Para quem ainda não tem o costume, existem vários aplicativos de celular que ajudam a lembrar a hora de se hidratar!

  • Coma frutas

As comidas de final de ano normalmente são ricas em gorduras, o que dificulta a digestão. É por isso que sintomas como azia, queimação e má digestão são comuns após as ceias de Natal e Ano Novo. Para ajudar o seu corpo a digerir tudo, coma frutas!

O abacaxi e o mamão, por exemplo, possuem uma enzima chamada Bromelina que auxilia na digestão da carne. O limão controla a acidez do estômago, melhorando a azia. Já a ameixa é indicada para melhorar o trânsito intestinal.

  • Não se esqueça da salada

Comer salada antes do prato principal traz diversos benefícios para a saúde, como preparação do sistema digestivo para ingestão de outros alimentos.

Outro benefício é que o cérebro demora cerca de 20 minutos para entender que estamos saciados. Assim, comer salada antes vai aumentar a sensação de saciedade, reduzindo o consumo da refeição principal.

A salada, por ser um alimento facilmente digerido, auxilia na reposição de nutrientes. Folhas e verduras são ricas em fibras e vitaminas, que podem ser absorvidas com maior facilidade pelo organismo quando consumidas primeiro.

  • Evite ficar com muita fome

A fome é o fator que mais influencia no descontrole na hora de comer no final de ano. Chegar com muita fome à ceia pode fazer com que você coma muito rápido e em uma quantidade maior do que seu corpo precisa. Por isso, o ideal é fazer pequenos lanches ao longo do dia.

Entre as refeições principais você pode comer frutas, castanhas, iogurte ou tomar sucos que vão ativar seu metabolismo e fazer com que você fique com menos fome.

  • Cuidado com o álcool

Além de terem muitas calorias, as bebidas alcoólicas quando ingeridas em grandes quantidades podem levar à desidratação e prejudicar a saúde. O álcool “retira” a água das células, estimulando a formação da urina, a perda de água e a famosa ressaca.

Neste final de ano, antes de beber, faça uma refeição. A comida forma uma camada protetora no estômago, fazendo o corpo digerir o alimento em paralelo ao álcool, tornando a absorção mais lenta. Outro ponto é evitar misturar vários tipos de bebida, como fermentados e destilados, pois seu corpo pode não aceitar muito bem.

6 Benefícios do Chocolate para a Saúde

Nascido no México, o chocolate inicialmente era uma bebida sagrada de cacau com sabor amargo consumida pelos Astecas. Apenas quando foi levado para a Europa a especiaria passou a ser adoçada e misturada a outros ingredientes como ao leite. O alto teor de gordura e açúcar tornaram o doce um vilão. Mas quando consumido em seu formato amargo e em quantidades moderadas, o chocolate pode sim fazer bem. Confira agora 6 benefícios do chocolate para a saúde:

1) O Cacau

O cacau é rico em substâncias antioxidantes, como os flavonóides, que protegem o organismo e trazem benefícios para a saúde. O fruto possui também vitaminas do complexo B, vitamina C e sais minerais como fósforo, potássio, cálcio, zinco e magnésio.

2) Redução da pressão arterial

A ingestão de chocolate melhora o fluxo sanguíneo. O aumento de óxido nítrico produzido pelos flavonóides atua promovendo o relaxamento dos vasos, favorecendo a saúde através da redução da pressão arterial.

3) Chocolate é bom para o coração         

Estudos apontam que um dos principais benefícios do chocolate é sobre o sistema cardiovascular. Além de reduzir a pressão arterial, comer chocolate pode diminuir o colesterol total e o LDL (colesterol ruim). O cacau também tem efeito anti-inflamatório, além de inibir a agregação plaquetária, impedindo a obstrução dos vasos.

4) Melhora o humor

Os flavonóides do chocolate estimulam a liberação de endorfina, que são neurotransmissores responsáveis pela sensação de bem-estar . Eles também elevam os níveis de serotonina, que é o hormônio associado ao prazer. Esse fatores contribuem para a melhora do humor.

5) Favorece as atividades físicas

O chocolate possui carboidratos e proteínas que são uma ótima fonte de energia para recuperar o corpo após a atividade física. O cacau também está relacionado ao aumento de energia e resistência durante o treino. Outro fator é que a anandamina, a chamada “felicidade química”, que é uma endorfina natural produzida pelo corpo após atividades físicas, só é encontrada no cacau.

6) Ótimo para a memória

Pesquisadores descobriram em um experimento recente que pessoas que consomem mais flavonóides, antioxidante presente no chocolate, têm sua capacidade de memória aumentada. O chocolate também ajuda na concentração, no raciocínio e no processamento de informações.

Mas atenção: os benefícios do chocolate para a saúde vêm do cacau.

O chocolate ao leite possui, em média, apenas 11% de cacau o que faz com que ele apresente baixo teor de flavonóides e outros antioxidantes. Além disso, o potencial benéfico desses antioxidantes são reduzidos pela adição de leite e a quantidade de gorduras saturadas deixam o chocolate muito calórico, aumentando o colesterol e o ganho de peso.

Já o chocolate amargo possui maior concentração de derivados do cacau e por consequência de flavonóides. Outra vantagem é que ele não contém leite e possui uma menor quantidade de açúcar.

Assim, a ingestão de chocolate pode ser um benefício à saúde ser ele for amargo (acima de 60% de cacau), sem leite e consumido com moderação. O ideal é comer o chocolate no café da manhã ou como sobremesa após o almoço, para que as calorias sejam gastas durante o dia.