Entenda como a má postura afeta a sua saúde

Entenda como a má postura afeta a sua saúde

Você fica durante o expediente sentado em frente ao computador? Durante este período, você presta atenção na sua postura? Saiba que a má postura afeta a sua saúde física e o seu bem-estar.

As consequências da má postura

Graças à ação da força da gravidade, quando ficamos em uma postura errada, o nosso corpo é obrigado a fazer um trabalho extra. Os músculos então são forçados para colocá-lo na posição correta. Este esforço causa fadiga e desconforto.

Muitas vezes, a má postura é inconsciente. Como em um treino de ginástica em que a repetição de movimentos molda os músculos, manter as costas curvadas diariamente pode resultar também em uma deformação.

A má postura ao trabalhar ou durante uma caminhada torna os ombros e costa arredondados, deixando a pessoa com aparência de “corcunda”.

Alguns dos efeitos mais comuns são as fortes dores nas costas e no pescoço. A sensação de formigamento é causada quando um nervo é pressionado ou quando falta sangue em alguma parte do corpo. Outro fator é que a má postura pode causar transtornos físicos graves como LER/DORT, hérnia de disco, bico de papagaio, escoliose, lordose, entre outros. Isso interfere diretamente na saúde, no humor e na qualidade de vida.

 O “text neck

O uso excessivo dos celulares também está causando a má postura. Eles são os grandes responsáveis pelo aumento dos casos de problemas cervicais. O chamado “text neck” (ou, em tradução livre, “pescoço de mensagem”) é o termo usado para a lesão causada por horas com a cabeça abaixada durante o uso do celular.

O uso do dispositivo pode levar a flexão do pescoço e abdução dos ombros, assim como a uma tendência em cerrar as mandíbulas e contrair os músculos faciais. A má postura, inclusive, reduz a capacidade pulmonar em até 30% e comprime os órgãos, atrapalhando os movimentos peristálticos. As consequências da má postura ainda incluem dores de cabeça e nos ombros, risco de artrose e degeneração do disco vertebral.

Exercícios e conscientização ajudam a corrigir a postura

Os exercícios são ótimos aliados na hora de melhorar a postura. É fundamental fortalecer os músculos abdominais e lombares, o chamado “core”, além dos músculos das nádegas e os extensores. Eles ajudam a corrigir a má postura.

Alongamento, pilates e RPG são ótimos para ajudar a melhorar ou prevenir a má postura. Mas lembre-se que os exercícios físicos ajudam, mas manter a postura também exige uma conscientização. Por isso, preste sempre atenção! Algumas dicas importantes:

  • Quando estiver sentado, mantenha sempre as costas eretas e totalmente apoiadas na cadeira. Evite ficar com as pernas cruzadas, os pés devem ficar sempre apoiados no chão.
  • Procure sempre mudar a posição ao longo do dia. Levante-se para caminhar, estique o corpo e alongue o pescoço.
  • Ao caminhar, lembre-se de manter o corpo ereto.
  • Na hora de dormir, a melhor posição é com a barriga para cima. Caso você prefira dormir de lado, coloque uma almofada entre as pernas.
  • Ao mexer no celular, ao invés de abaixar a cabeça, erga os braços para deixar o aparelho na altura dos olhos.

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5 cuidados durante a gravidez

Na véspera do Dia das Mães, preparamos um guia especial com 5 cuidados durante a gravidez. Confira!

1) Alimentação

Alimentos ricos em ômega 3 como salmão, chia, linhaça e as castanhas não só protegem a saúde da gestante como auxiliam na boa formação da retina e do cérebro do bebê. Os ricos em vitamina D favorecem o desenvolvimento dos ossos e o funcionamento do sistema imunológico. Já as frutas como a laranja e a acerola são ricas em vitamina C, que ajuda a aumentar as defesas do organismo.

Entre os principais cuidados durante a gravidez, manter uma dieta com poucos carboidratos refinados é importante principalmente no primeiro trimestre. Deve-se dar preferência pelo consumo de proteínas magras como peixes e aves. Assim, as mamães vão gerar crianças com menor de nascerem prematuras, com baixo peso ou outras complicações.

Alguns chás e ervas devem ser evitados! O chá de boldo possui efeitos tóxicos e assim como o chá de arruda, pode provocar o aborto. O chá preto, verde, branco e o mate aceleram o metabolismo, causando mal-estar. Já o chá de hortelã diminui a produção de leite. Chás com efeito calmantes e digestivos como camomila e erva-doce estão liberados.

 2) Enjoos

O enjoo é um dos sintomas iniciais da gravidez. Ele é comum durante os três primeiros meses e pode causar grande desconforto para a mãe. Apesar disso, o enjoo é um indicativo de que a gestação vai bem: ele está relacionado a um hormônio produzido na placenta.

Beber pequenas quantidades de água ou sucos várias vezes ao dia, assim como comer em pequenas quantidades a cada três horas, pode ajudar a evitar os enjoos. Comer biscoitos secos (de água e sal) logo ao acordar também pode ajudar e está entre os mais importantes cuidados durante a gravidez!

3) Inchaço

Durante a gestação, a atuação de hormônios no corpo intensifica o inchaço. Além disso, o crescimento do útero comprime os vasos e prejudica o retorno do sangue das pernas para o coração. Estes fatores, aliados ao calor, aumentam ainda mais o inchaço.

Para prevenir as pernas e os pés inchados, os cuidados durante a gravidez incluem beber bastante água e reduzir o consumo de comidas ricas em sal. Evite também ficar por muito tempo na mesma posição (muito tempo sentada ou muito tempo em pé) e sempre que possível eleve os pés. Exercícios leves também ajudam a reduzir o inchaço.

4)Vacinas

A futura mamãe precisa ter atenção com a carteira de vacinação! Isso porque algumas vacinas podem prevenir problemas tanto para a mãe quanto para o bebê.

A vacina contra gripe (Influenza) protege a mulher contra o vírus e evita quadros mais graves como pneumonia. Ela pode ser tomada em qualquer mês de gestação. Já a vacina contra a Hepatite B, além de evitar que a mãe se infecte, impede a transmissão para o filho. Ela deve ser tomada em três doses a partir do segundo trimestre de gestação.

5) O ganho de peso

O ganho de peso durante a gestação é inevitável, mas ele está entre os cuidados durante a gravidez. O que muitas mulheres não sabem é que a maioria dos quilos extras só devem aparecer nos últimos meses de gravidez.

O ganho de peso no início aumenta o risco de se ter um parto prematuro ou com dificuldades. Por isso é importante que a mãe juntamente com o médico tenha um meta de quanto pode engordar durante a gestação a cada trimestre.

Saiba tudo sobre a febre amarela em Campinas

Até pouco tempo, a febre amarela, doença que tem uma vacina eficiente desde 1930, era vista como “sob controle” no Brasil. Porém, entre dezembro de 2016 e fevereiro deste ano, já foram confirmados inúmeros casos e inclusive óbitos relacionados à enfermidade. Saiba tudo sobre a febre amarela em Campinas.

 A doença

A febre amarela é uma doença infecciosa causada por vírus e transmitida através da picada de mosquito.

A doença tem duas formas de transmissão: a silvestre e a urbana. No ambiente silvestre, os mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes transmitem o vírus. Já em ambientes urbanos, a febre amarela pode ser transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

A diferença entre os dois formatos é apenas o mosquito vetor envolvido na transmissão. O vírus e os sintomas da doença são os mesmos em ambas. No Brasil, atualmente, a transmissão é no formato silvestre. Não temos casos de febre amarela urbana desde 1942.

Os macacos são os principais hospedeiros. Quando o mosquito pica um macaco infectado, ele passa então a ser capaz de transmitir a doença para outros macacos e para o homem que se encontra em áreas próximas a florestas.

Enfatizamos que os macacos não transmitem a febre amarela para os humanos, mas a morte dos animais serve de alerta sobre a incidência de febre amarela no local. Em relação à febre amarela em Campinas, apenas foram encontrados macacos mortos infectados com a doença.

 Os sintomas da febre amarela

 A febre amarela se manifesta de três a seis a dias após a picada do mosquito infectado com o vírus.

A maioria das pessoas apresenta apenas as manifestações moderadas da doença. Os sintomas incluem fadiga e mal-estar súbito, fraqueza, calafrios, febre, forte dor de cabeça, dores no corpo, náuseas e vômitos. Normalmente uma melhora é apresentada de três a quatro dias após o aparecimento dos sintomas.

Nos casos mais graves, o paciente pode apresentar febre alta, icterícia (pele e olhos amarelados indicando o mau funcionamento do fígado) e hemorragia, o que pode levar à insuficiência de múltiplos órgãos e à morte. Por este motivo, indica-se que logo no aparecimento dos primeiros sintomas se procure imediatamente um médico.

Diagnóstico e tratamento

Outras doenças transmitidas por mosquitos têm sintomas parecidos com a febre amarela. Por isso, os sintomas físicos e o histórico do paciente (como os lugares visitados ou viagens, por exemplo) podem não ser suficientes para o médico diagnosticar a doença corretamente. Desta forma, são necessários exames de sangue tradicionais que podem ser realizados no Laboratório Vozza para se determinar de forma certeira a doença.

Não existe um tratamento específico para a febre amarela, de forma que os esforços se concentram no controle dos sintomas. Neste sentido, entre os medicamentos mais utilizados estão analgésicos e antitérmicos. Vale ressaltar que remédios que contêm ácido acetilsalicílico devem ser evitados por favorecer a ocorrência de hemorragias. É fundamental também a hidratação do paciente.

 Como prevenir a febre amarela

A vacina ainda é a principal forma de prevenção da febre amarela em Campinas. Indica-se duas doses: uma primeira o quanto antes, e a segunda de reforço após dez anos da primeira. Desta forma, você estará protegido para toda a vida. A vacina deve ser tomada por moradores ou pessoas que irão para áreas de risco.

Alertamos que a vacina possui contraindicações para gestantes e lactantes, pacientes imunodeprimidos, idosos, bebês como menos de 6 meses e pessoas alérgicas a ovo e gelatina. Por isso, o ideal é sempre seguir a recomendação médica!

Saiba tudo sobre as doenças respiratórias mais comuns

A chegada do outono traz não só o friozinho, mas também o aumento dos casos de doenças respiratórias. São enfermidades que atingem os órgãos que fazem parte do sistema respiratório como nariz, garganta e pulmões.

A transição de estação acarreta a mudança de temperatura e a dimunuição da umidade do ar. Essa alteração no tempo atinge diretamente o nosso sistema imunológico, deixando o organismo mais vulnerável.

Outro fator é que com o frio as pessoas tendem a ficar mais tempo em ambientes fechados, o que favorece a transmissão e o aumento dos casos de doenças respiratórias. Crianças, idosos e pessoas que já possuem doenças crônicas são os mais atingidos.

Saiba tudo sobre as doenças respiratórias mais comuns:

Alergias

As alergias ocorrem quando o organismo reage a uma substância estranha, como poeira e mofo. Retirar agasalhos e cobertores que estão guardados há muito tempo nos armários, por exemplo, são atitudes que podem desencadear uma crise alérgica. Os sintomas mais comuns são tosse, coriza e garganta e olhos irritados.

Rinite e sinusite

Você consegue distinguir a rinite e a sinusite? A rinite é uma inflamação da mucosa nasal que ocorre em consequência a uma crise de alergia. Seus sintomas são espirros, olhos e garganta irritados e coçando, nariz escorrendo e, em alguns casos, até mesmo febre baixa. A rinite pode ser tratada com antialérgicos e evitando ambientes com pó ou outras substâncias alérgicas.

Já a sinusite é uma inflamação interna nos seios da face que deve ser tratada com antibiótico. Ela também pode ser provocada por uma reação alérgica. Seus sintomas são dor de cabeça, nariz congestionado e febre.

Bronquite e asma

Bronquite e asma também são doenças que muitas pessoas confundem. Ambas são doenças respiratórias, com sintomas parecidos e alta incidência no outono, mas possuem diferentes tratamentos. A bronquite é a inflamação dos brônquios que impede que o ar passe para os pulmões. Ela tem sintomas como tosse seca, mal-estar e acúmulo de secreção. Por isso seu tratamento requer o uso de antibióticos e anti-inflamatório.

A asma, também conhecida como bronquite asmática, congestiona os brônquios, causando espasmos na via respiratória. Isso impede o ar de chegar aos pulmões e causa falta de ar, seu principal sintoma. A asma não possui cura, mas pode ser tratada.

Gripes e resfriados

Muitas pessoas não sabem, mas existem diferenças entre a gripe e o resfriado. A gripe afeta o nariz, garganta e pulmão, e é causada pelo vírus influenza. Seus sintomas são febre, dores no corpo e cabeça. Além de repouso, seu tratamento inclui analgésicos e antitérmicos. Já o resfriado por sua vez afeta somente o nariz e a garganta. Os sintomas são coriza, espirros e febre baixa.

Quando não tratado adequadamente, uma gripe ou um resfriado pode evoluir para um quadro mais grave, como pneumonia.

Exames para determinar corretamente a doença respiratória

Os sintomas físicos do paciente, aliados a exames complementares, podem auxiliar o médico a distinguir as doenças respiratórias. Dessa forma é possível determinar o tratamento correto. O hemograma, por exemplo, é solicitado para a investigação de doenças infecciosas, como a pneumonia. Já no caso de gripe, um exame de sangue pode auxiliar a detectar a presença do vírus influenza.

Consulte um médico e agende seu exame: (19) 3733-2400

Check-up para a saúde da mulher

Na correria do dia a dia muitas mulheres se esquecem da importância de cuidar preventivamente da própria saúde. Mas o controle periódico pode ajudar a diagnosticar doenças que já estão instaladas mas que ainda não se manifestaram. Por isso é tão importante a realização do check-up para a saúde da mulher.

O que é o Check-up?

O objetivo do check-up é a prevenção de doenças por meio da realização de exames médicos periódicos. Dessa forma é possível ter uma visão real do estado da saúde e assim adotar medidas que melhorem a qualidade de vida da mulher. É a consulta médica que irá determinar o pedido destes exames de acordo com a necessidade.

O histórico familiar também é fundamental para a análise médica dos exames a serem solicitados com periodicidade. Doenças hereditárias ou que se apresentam com frequência em familiares próximos são determinantes na especificidade dos exames de rotina já que algumas doenças apresentam maior chance de cura quando detectadas em uma fase precoce.

Dentre as principais áreas em que se tem a necessidade de atenção constante no check-up para a saúde da mulher estão as doenças cardiovasculares, doenças hematológicas, alterações do metabolismo (para a verificação de diabetes, função hepática e renal) assim como a dosagem hormonal.

Veja os exames que devem ser realizados por faixa etária:

Após a primeira menstruação:

Papanicolau: O exame de Papanicolau deve ser realizado regularmente a partir dos 18 anos para prevenção do câncer cervical.

Dos 30 aos 40 anos:

Hormônios da tireoide: A partir dos 30 anos triplicam as chances da mulher de desenvolver distúrbios da tireoide. A doença pode ser diagnosticada por exame de sangue onde são realizadas as dosagens dos hormônios T3, T4 e TSH.

Colesterol e triglicerídeos: As doenças cardiovasculares são a causa da morte de 30% das mulheres acima de 40 anos. Por isso, a partir desta idade o exame de sangue para checagem das taxas de colesterol e triglicerídeos deve ser anual.

A partir dos 40 anos:

Mamografia: O exame para a detecção do câncer de mama deve ser realizado anualmente em mulheres a partir de 40 anos. Aquelas que possuem histórico da doença na família podem iniciar o exame preventivo a partir dos 35.

Glicemia: A glicemia analisa a taxa de açúcar no sangue sendo o exame essencial para o diagnóstico da diabetes. Mulheres com histórico da doença na família ou acima dos 45 anos que pertençam ao grupo de risco (que tenham taxas altas de colesterol e triglicérides, obesas e/ou sedentárias) devem realizar periodicamente este exame.

Exames para determinar a Menopausa: O exame avalia o hormônio FSH aliado aos sintomas como ondas calor e ausência de menstruação que podem determinar o início da Menopausa.

O Laboratório Vozza visa pelo bem-estar e pela qualidade de vida das mulheres. Por isso contamos com uma vasta lista de exames que fazem parte do check-up para a saúde da mulher. Agende o seu exame: (19) 3733-2400

8 Dicas de ouro para dormir bem!

Dormir bem é uma das coisas mais gostosas do mundo! Não há nada pior do que não ter uma noite de sono satisfatória. Quando isso acontece, o corpo e a mente não descansam o suficiente para o dia que está por vir. A pessoa acaba ficando estressada, irritada e, a longo prazo, isso traz problemas para a saúde. Confira 8 dicas de ouro para dormir bem :

1. Quantidade x Qualidade

Dormir bem não está relacionado somente à quantidade de horas dormidas, mas sim à qualidade do sono. Como cada corpo tem um metabolismo, há quem precise de 9 horas de sono, enquanto outros dormem 6 horas e se sentem revigorados. O que importa é a sensação ao acordar: sentir-se descansado e pronto para outro dia.

2. Crie rituais

Desenvolva rituais de rotina para que a hora de dormir seja associada a um momento de relaxar. Uma ideia é fazer uma automassagem ou ler um livro, por exemplo. O importante é ter este momento para você se acalmar e direcionar sua atenção para o próximo passo, que é o sono.

Procure sempre dormir nos mesmo horário todos os dias, para que seu metabolismo se acostume e se prepara para as horas de sono.

3. Cuidado com excessos

Para dormir bem, não coma em excesso e evite alimentos pesados pelo menos 4 horas antes de ir para a cama. Evite também ingerir álcool e bebidas como o café, chás e chocolates, que contém a cafeína, um estimulante que atrapalha o sono. Já as comidas pesadas e o álcool irritam seu estômago, causando desconforto gástrico

4. Alimentação correta

Coma alimentos leves e fáceis de serem digeridos, como frutas e verduras, antes de se deitar. Chás calmantes, como erva-doce e cidreira, também contribuem para uma boa noite de sono, pois auxiliam no relaxamento e podem ser consumidas com mel, que também tem propriedades calmantes.

5. Não fique rolando na cama!

Se não conseguir dormir dentro de 30 minutos, levante-se. Ficar na cama estressa e dificulta ainda mais na hora de pegar no sono. Beba água, leia um livro e caminhe para fora do quarto, até sentir-se pronto para voltar e dormir bem.

6. Cuidado com eletrônicos

Assistir filmes de ação, navegar na internet ou jogar aumentam o grau de excitação e podem prejudicar o sono. Por isso, o ideal é desconectar-se uma hora antes de dormir para que seu corpo relaxe e se acalme. Ficar deitado na cama enviando mensagens também atrapalha sua boa noite de sono, já que a luz do celular te deixa mais alerta e ansioso.

7. Tome um banho morno

O banho quente relaxa e prepara seu corpo para dormir, estimulando a bioquímica do sono. Um banho morno antes de deitar-se pode aliviar o stress e a ansiedade acumulados ao longo do dia. Além disso, pode ajudar a reduzir o calor perdido pelo corpo, tornando a transição para o sono mais fácil.

8. Técnica do 4-7-8

Desenvolvida pelo Dr. Andrew Weil, doutorado pela Harvard, esta técnica pode te ajudar a dormir bem:

  • Você deve expirar pela boca, deixando todo o ar sair
  • Feche a boca e inspire pelo nariz contando mentalmente até 4
  • Pare a respiração, mantenha o ar nos pulmões e conte até 7
  • Expire completamente pela boca, contando até 8
  • Repita essa sequencia até adormecer

5 dicas para uma alimentação saudável

Comer com certeza é um dos maiores prazeres do ser humano, além de ser uma necessidade básica. Mas com tantas tentações, você sabe quais alimentos escolher para manter a saúde do seu corpo? Confira 5 dicas para uma alimentação saudável:

1- Prefira alimentos in natura ou minimamente processados

Frutas, legumes, verduras, carnes e ovos são os chamados alimentos in natura. Já os alimentos considerados minimamente processados são aqueles que foram submetidos a limpeza, lavagem, descascamento, corte e embalagem. Mesmo depois de passarem por estes procedimentos, eles mantêm a qualidade semelhante ao natural.

Estes produtos são uma opção mais prática e rápida para o consumo. Exemplos de alimentos minimamente processados: saladas vendidas higienizadas e embaladas, castanhas e nozes descascadas, carne cortada e vendida em bandejas, entre outros.

Os alimentos in natura são a base de uma alimentação saudável e de uma dieta mais balanceada.

2- Sal, açúcar e óleo devem ser sempre usados com moderação

O excesso de açúcar aumenta drasticamente o valor calórico dos alimentos e consequentemente o ganho de peso de quem come, além de aumentar a propensão ao diabetes. Já o excesso de sal pode levar a hipertensão e insuficiência renal. Usar muito óleo e comer muita fritura leva ao entupimento de veias e também ao aumento de peso.

Por isso, para manter a saúde é fundamental evitar os excessos e buscar alternativas. Você pode substituir o açúcar por adoçante, o sal por ervas como orégano e manjericão, e preferir alimentos feitos no forno.

3- Evite alimentos industrializados

Com a correria do dia a dia, os alimentos industrializados ganharam cada vez mais espaço nos hábitos alimentares das pessoas. Comidas congeladas, refrigerantes, bolachas, salgadinhos… a lista é grande!

Estes alimentos têm uma grande quantidade de açúcar e sal, além de aditivos químicos como aromatizantes, corantes, acidulantes e conservantes. Eles aumentam a durabilidade do produto, o tornam irresistível e prejudicam sua saúde.

Os alimentos industrializados têm muitas calorias e pouco valor nutricional. Especialistas também alertam para perigos como distúrbios metabólicos e digestivos, alergias e até mesmo de câncer causados pelo consumo excessivo deste tipo de alimento.

4- Coma com mais regularidade

Comer de 3 em 3 horas traz diversos benefícios ao corpo, como manter os níveis de insulina estáveis e regular o fluxo gástrico. A ingestão de alimentos com maior regularidade também ajuda no controle do apetite. Quando você toma o café da manhã e a próxima refeição é o almoço, a tendência é comer muito mais para compensar a fome. Mas se entre estas refeições você ingerir um pequeno lanche, você sentirá menos fome e consequentemente comerá menos.

Porém, cuidado com estes lanchinhos! Muitas pessoas escolhem alimentos industrializados para comer entre as refeições. Este tipo de alimento contribui para o ganho calórico além de estimular o consumo excessivo. Para ter uma alimentação saudável entre as refeições principais, escolha alimentos in natura ou minimamente processados que comentamos acima, como frutas e castanhas.

5- Faça a sua própria comida!

Todas estas dicas levam ao mesmo ponto: faça a sua própria comida! Cozinhar em casa pode exigir certo comprometimento, mas as vantagens da comida caseira compensam a disciplina exigida.

Cozinhando em casa você economiza dinheiro e muitas calorias. Além disso, cozinhar pode se tonar um momento especial e prazeroso. Preparando suas próprias refeições, você tem a certeza sobre o que está ingerindo, evita o excesso de sal, açúcar e óleo, foge dos conservantes e aditivos químicos e garante uma alimentação saudável.

Gostou? Então se surpreenda sabendo mais sobre um alimento que se consumido da maneira certa pode fazer bem para a sua saúde: o chocolate! Acesse: http://vozza.com.br/2016/11/28/6-beneficios-do-chocolate-para-saude/

Saiba tudo sobre o jejum para fazer exames

É normal as pessoas terem dúvidas a respeito quantas horas de jejum são necessárias para a realização de exames de sangue. Atualmente, não existe mais um período determinado para todos os exames. Alguns podem ser realizados com 3 horas sem se alimentar, enquanto outros não precisam de jejum prévio. Cada exame tem as suas recomendações específicas, por isso saiba tudo sobre o jejum para fazer exames.

Por que fazer jejum?

O jejum para fazer exames de sangue surgiu como uma forma de padronizar os valores normais do organismo humano. Isso porque tanto o gasto energético quanto o metabolismo são diferentes de pessoa para pessoa.

Inicialmente, foi determinado o período de 12 horas de jejum para fazer exames de sangue já que esse era considerado o tempo máximo que uma pessoa normal levaria para metabolizar todo o alimento ingerido na última refeição.

O motivo da flexibilidade do tempo de jejum atualmente são os avanços nos equipamentos, nos reagentes químicos assim como nas análises. A melhoria destes processos permitiu que alguns exames tivessem o período de jejum alterado.

Além disso, o exame precisa refletir o estado metabólico cotidiano do paciente em suas condições normais de dieta. A mudança no tempo de jejum para fazer exames traz benefícios para o paciente que pode evitar o desconforto de ficar sem comer por um período prolongado além de poder realizar o exame em horários mais flexíveis.

Para fazer exames, tem que estar quantas horas de jejum?

O que vai determinar quantas horas de jejum será necessário é o tipo do exame e, principalmente, as recomendações do médico que o solicitou. Geralmente o jejum é indicado para os exames que podem gerar resultados diferentes quando associados a alimentação.

Por exemplo, enquanto o exame de glicemia de jejum exige um jejum de 8 horas a 14 horas, o testosterona total precisa de apenas 4 horas. Já o Hemograma não tem a necessidade do jejum após uma refeição leve. O Beta HCG também não precisa de jejum prévio.

Além disso, existem exames que precisam de cuidados adicionais. Para a realização de determinados exames é necessário, por exemplo, que se fique pelo menos 24 horas sem praticar exercícios físicos intensos antes da coleta do sangue para se evitar alterações no resultado.

Cuidados especiais

Antes de realizar um exame, nunca fique mais de 14 horas sem se alimentar. Depois deste período o organismo começa a usar as reservas energéticas como proteína e gordura, o que pode alterar os resultados.

Outro cuidado importante é evitar o consumo de bebidas alcoólicas e fumar cigarros na véspera do exame. Atenção especial com medicamentos já que alguns podem também interferir nos resultados.

Apesar de muitos acreditarem que não se pode ingerir água durante o jejum, o consumo pode ser realizado com moderação apenas para saciar a sede, já que beber água em excesso também pode alterar o exame.

No nosso site você pode verificar quantas horas de jejum são necessárias para realizar o seu exame, acesse:

http://187.72.199.28/cache01/csp/vozza/MV.FC.cls?w3Exec=WLR010

Vale enfatizar que sempre se deve seguir a recomendação médica. É o médico que irá avaliar a necessidade do jejum para fazer os exames baseada em sua real utilidade para o resultado.

Como escolher o protetor solar

É natural no verão as pessoas passarem mais tempo ao ar livre. Porém, a exposição ao sol sem o uso de protetor solar é ruim para a pele e pode trazer consequências negativas, como o envelhecimento precoce, pintas, manchas e o mais grave: o câncer de pele. Mas você sabe como escolher o protetor solar ideal?

Como funciona o protetor solar:

Os raios solares possuem radiação UVA e UVB. Os raios UVA conseguem atingir as camadas mais profundas da pele, causando o bronzeamento mas também as manchas. Já os raios UVB atingem as camadas superficiais, causando as queimaduras solares e aumentando o risco de câncer de pele.

O protetor solar funciona como uma barreira que reflete a radiação solar, impedindo que ela atinja a pele. O Fator de Proteção Solar (FPS) indica o tempo que você permanece protegido.

Por exemplo: uma pessoa que tem o tempo mínimo de exposição sem queimar de 10 minutos, usando um protetor solar FPS 30 estaria protegida por 30 vezes mais tempo, ou seja, por 300 minutos (5 horas).

Como escolher o seu protetor solar?

Na hora de escolher o protetor solar certo deve-se levar em conta principalmente dois fatores:

  • Tipo de pele: oleosa, seca ou normal.
  • Fototipo da pele: é a capacidade de absorver a radiação. Pessoas claras, com cabelo ruivo ou loiro e olhos claros, têm dificuldade de se bronzear e tendem a se queimar. Já quem tem a pele, os cabelos e olhos mais escuros em geral tem maior facilidade de se bronzear.

Algumas dicas:

  • Para um produto ser classificado como um protetor solar ele deve ter no mínimo FPS 6.
  • Recomenda-se que independente do seu fototipo de pele se use um protetor solar com FPS 15 no mínimo.
  • Escolha um protetor solar com proteção contra os raios UVA e UVB.
  • O rosto e as mãos precisam de cuidados especiais, já que são partes mais sensíveis a manchas e envelhecimento. Por isso, escolha um protetor especial e com FPS acima de 30.
  • Existem protetores solares adequados para pele oleosa e que podem até mesmo ajudar no controle da oleosidade.

O indicado é passar o protetor solar no corpo antes de se vestir. Os raios solares penetram na água, por isso, caso você vá nadar, espere 15 minutos para que o produto não saia da pele. Vale ressaltar que o suor, a água e até mesmo o contato com a roupa reduzem o efeito da proteção, sendo necessário reaplicar o produto.

Seu corpo precisa de sol!

A exposição ao sol é fundamental para a saúde e para o bom funcionamento do corpo. Porém, ela deve ser feita de maneira moderada.

É através dos raios tipo UVB que o nosso organismo obtém grande parte da vitamina D – ela é essencial para uma melhor absorção do cálcio e fortalecimento dos ossos, evitando assim a osteoporose e dando vigor aos músculos.

Por isso é indicado que no mínimo 3 vezes por semana se tome sol de 15 a 20 minutos antes das 10 horas da manhã. Neste momento não se deve usar o protetor solar já que ele impede a absorção dos nutrientes pela pele. Quanto mais clara for a pele, menor deve ser o tempo de exposição ao sol.

Mindfulness: Dicas para uma Atenção Plena

Você já esteve no meio de uma conversa e começou a mexer no celular? Ou ao ler um livro já precisou reler a página para se lembrar o que acabou de ler? Ou no meio da reunião de trabalho te fizeram uma pergunta e você não sabia a resposta porque estava distraído? Entenda como a prática da atenção plena do Mindfulness pode te ajudar.

Origem

De origem budista, o Mindfulness hoje é divulgado pela comunidade científica médica e psicológica.

A prática surgiu quando Jon Kabat-Zinn, cientista biomédico e doutor em biologia molecular, assistiu a uma palestra de um missionário budista. Kabat-Zinn se aprofundou no tema, adaptando os ensinamentos budistas e desenvolvendo uma metodologia para uso terapêutico.

Apesar da origem, o Mindfulness não está relacionado a nenhum contexto religioso e pode ser aplicado a qualquer pessoa, independente de suas crenças.

O que é o Mindfulness?

Todos nós já vivemos situações em que o corpo está em um lugar mas a mente está em outro completamente diferente. O Mindfulness propõe um estado mental de atenção plena. Ele é o contrário do estado em que a maioria das pessoas vivem atualmente, onde a desatenção faz com que as atividades sejam realizadas no “piloto automático”.

A grosso modo, Mindfulness é um conjunto de práticas que visam deixar mente e corpo presentes no mesmo momento. As pessoas muitas vezes vivem o estado em que não se consegue estar verdadeiramente presente e a ação se torna uma reação, uma resposta automática e pré-condicionada.

O Mindfulness propõe o contrário: um estado de atenção plena, com uma atitude mais de aceitação e menos de julgamento automático. Isso contribuiu para que o indivíduo saia do “piloto automático”e não tenha atitudes irrefletidas.

Onde é usado?

O Mindfulness está sendo cada vez mais integrado às práticas clínicas e até mesmo ao dia a dia das organizações.

Já existem diversos estudos sobre o método e a sua eficácia para tratamento de ansiedade, depressão, dor crônica, agressividade, artrite, fibromialgia e até mesmo câncer. O Mindfulness provoca uma melhora na qualidade de vida dos pacientes.

A prática também promove mudanças no comportamento de gestores, líderes e colaboradores. O Mindfulness traz foco, ajudando os trabalhadores a agirem de forma mais certeira, tomar decisões com maior consciência e ter assim melhores resultados.

Atletas também têm utilizado o método. O famoso jogador de basquete LeBron James é um dos adeptos. Depois de sofrer diversas contusões, o atleta utilizou o Mindfulness para dar uma reviravolta e levar seu time à vitória em um importante campeonato. Nos intervalos dos jogos era comum ver o jogador meditando.

Vamos lá?

Mas no que consiste a prática? A meditação é a chave da atenção plena do Mindfulness. E como qualquer outro exercício, exige prática. Um bom começo é aplicá-la ao dia a dia. Que tal um almoço tranquilo e em silêncio? Preste atenção no sabor e na textura dos alimentos, tenha atenção plena no ato. A respiração também é um ótimo instrumento para a meditação: foque no movimento de entrada e saída do ar, use toda a sua capacidade pulmonar.

Você também pode meditar em um local tranquilo e silencioso, em horários determinados. Se preferir, use um cronômetro para marcar o tempo da prática. Encontre um posição confortável. Você pode escolher ficar com os olhos fechados ou não. Faça uma respiração profunda e traga seu foco para o corpo. Use a respiração como uma âncora da atenção.

E aí, o que achou?

Conte pra gente se obteve resultados positivos com a prática!